Autoridades não sabem se pastor condenado à morte continua vivo





A notícia da sentença de morte dada ao pastor Yousef Nadarkhani chegou ao Jornal Nacional (Rede Globo) desta quinta-feira (23). O pastor está preso desde 2009 no Irã por ter se negado a voltar para a fé islâmica.

De acordo com a ACLJ (sigla em inglês para Centro Americano para Lei e Justiça) a condenação do iraniano já foi emitida pelas autoridades e não há como saber se o pastor continua vivo ou não.

Na reportagem, o correspondente da Rede Globo nos Estados Unidos conversa com o coordenador do centro que foi uma dos principais mobilizadores na tentativa de impedir que o iraniano fosse morto.

“Nós não sabemos se ele está vivo neste momento”, diz Jordan Sekulow que acredita que só a pressão internacional pode salvar o pastor Nadarkhani. Sekulow diz também que como o Brasil tem boas relações com o Irã seria interessante usar essa diplomacia para tentar livrar Yousef da morte.

Nos últimos três anos o caso de Yousef Nadarkhani tem sido julgado pelas cortes superiores do Irã. Como não aceitou a voltar a ser muçulmano, ele foi condenado à morte por enforcamento.

De acordo com o diretor da ACJL as ordens de execução não são divulgadas e por esse motivo fica difícil confirmar se o pastor está vivo ou não. Em 2011 quando o caso começou a repercutir diversas autoridades internacionais se manifestaram em favor do cristão, mas o governo iraniano não cedeu.



Por Marcia Pinheiro
fonte:
Junta de Missões Mundias
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Aprendendo com a Bíblia



Sempre aprendi que a Bíblia é a Palavra de Deus, e que ela é um verdadeiro manual prático para as nossas vidas. E concordo com essa colocação. E vou mais além: muitos de nós, quando lemos seus belos e reveladores textos, temos o hábito de espiritualizar as passagens e, dessa maneira, perdemos uma série de importantes ensinamentos, que nos podem ser extremamente úteis em nossa vida diária.

Todas as vezes em que sou encarregado de pregar a Palavra, tenho a preocupação de estudar com atenção o texto escolhido ( ou determinado), para que possa extrair dele o máximo possível de informações, principalmente aquelas que possam vir a nos ajudar em nossa caminhada do dia-a-dia , e, para isso, sirvo-me de uma leitura mais atenta e do auxílio de comentários diversos.

Na semana passada, ao ser convidado para levar a Palavra a uma igreja, senti em meu coração de estudar melhor o texto do evangelho de Marcos, capítulo 6, versículos 30 a 44, uma passagem conhecida, publicada nos quatro evangelhos, e que mostra um dos milagres de Jesus, quando Ele, dispondo apenas de 5 pães e dois peixes, alimentou uma multidão de cerca de 12 mil pessoas.

O fato aconteceu já no terceiro ano do ministério de Jesus na terra, quando os apóstolos tinham acabado de voltar de Cafarnaum, da sua primeira missão de pregar o evangelho. Com certeza, eles estavam cansados, com fome, com os pés doloridos, já que, naquela época, as viagens eram feitas caminhando.

Como as pessoas viviam rodeando Jesus, o Mestre preferiu leva-los de barco até uma região mais sossegada, para que pudessem descansar um pouco.

Porém, mesmo assim eles foram vistos, e a multidão os seguiu e os cercou pelas margens, ou seja, não houve como ficarem a sós.

Diz o texto que , quando Jesus viu aquelas pessoas, compadeceu-se delas, quer dizer, sentiu amor por elas, porque pareciam um rebanho desgarrado, ‘ovelhas sem pastor’, pessoas que não sabiam para onde ir, a quem recorrer, precisavam de alguém que os desse direção.

E passou a ensiná-las, a discipulá-las.

E, já no final do dia, os discípulos chegam a Jesus e dizem: Mestre, é melhor despedir todo esse povo, para que eles saiam por aí e comprem comida, pois aqui onde estamos não há onde comprar nada.

Naquele momento, parece que aquelas pessoas se tornaram um incômodo para eles.

E para nós, será que as pessoas também são um incômodo ou são merecedoras do nosso amor?

Mas, Jesus, talvez para prova-los, respondeu: por que vocês mesmos não dão comida a essa multidão? (“Deem vocês mesmos comida a eles.” v.37)

E aí, a resposta foi aquela que nós mesmos daríamos: como? Com que dinheiro? Nós não temos dinheiro para comprar comida para todo esse povo. Não, nós não temos como! Era muita gente. 5 mil homens, fora as mulheres e crianças. O que fazer?

Mas, Jesus não se abalou diante da dificuldade.

E perguntou :”Quantos pães vocês têm ?” A resposta daria para desanimar a qualquer um, menos ao mestre: 5 pães e dois peixes.

Imagino a expressão daqueles homens naquele momento, imaginando o que Jesus iria fazer com 5 pães e dois peixes para que pudessem alimentar a todo aquele povo. Será que acreditaram que isso seria possível? Será que olharam para Jesus desconfiados?

Mas, o Filho de Deus não se abalou: dividiu toda aquela gente em grupos de 100 e de 50 e mandou que se sentassem. E , depois de dar graças, partiu aqueles pães e peixes, e mandou que os apóstolos os distribuíssem pelo povo.

E diz o texto, que todos comeram e ficaram satisfeitos!

E mais, diz ainda que sobraram 12 cestos cheios de pão e peixe!

Essa passagem, muito mais do que simplesmente narrar um dos milagres de Jesus, pode nos ensinar outras coisas importantes.

Podemos tirar como lição o fato de que, como discípulos de Cristo, não devemos nos preocupar com o nosso sustento, devemos servi-Lo conscientes de que, se buscarmos ao Reino em primeiro lugar , não nos faltarão meios para suprirmos as nossas necessidades básicas (Mt6.31-33). Assim, devemos encarar o trabalho para Cristo sem a preocupação com a falta do essencial em nossas vidas, pois, se o Mestre com apenas 5 pães e dois peixes alimentou toda aquela multidão, o mesmo Ele pode fazer por todo o Seu povo.

Outra lição que aprendemos, está implícita no versículo 37 (“Deem vocês mesmos comida a eles”). Muitas vezes, pensamos que alimentar as multidões não é tarefa nossa. E quando digo alimentar, penso , também , no alimento físico, como foi o caso naquele dia. Jesus, primeiramente alimentou o povo com os seus ensinamentos, e, depois, com pão e peixe.

Creio que essa passagem deixa claro a nossa responsabilidade com a evangelização e com o alimento do corpo também, como o Mestre determinou aos seus apóstolos. Claro que quem operou o milagre foi Ele, porém, o trabalho foi feito pelos discípulos.

Me chama a atenção, ainda, o escrito nos versículos 39 e 40, quando Jesus manda que o povo se sentasse na relva em grupos de 50 e de 100, para que pudessem receber o alimento.

Claro que, como Deus, Ele teria condições de alimentar toda aquela gente de várias maneiras, mas o Mestre pediu que eles se organizassem. Com certeza, fica aí uma mensagem de que, para que haja eficácia na Obra, deve haver organização. Mais uma vez, na Bíblia, vemos o povo sendo dividido em grupos menores , para que pudessem ser melhor atendidos. Essa mensagem pode nos remeter ao trabalho que efetuamos hoje (igreja local),que, com certeza, se for feito de forma sistemática, trará melhores resultados.

Também me chamou a atenção o escrito no versículo 41, quando Jesus abençoa os alimentos, os parte e entrega aos discípulos, para que esses os distribuíssem à multidão. Creio que, aqui, o Mestre nos deixa claro, mais uma vez, de que a Sua vontade é que nós façamos o trabalho. Ele abençoa os alimentos, mas somos nós que os distribuímos. Sem a benção de Jesus, não há o que distribuir. Portanto, qualquer trabalho na construção do Reino, antes deve passar pela benção de Cristo para que possa atingir as pessoas. Nada podemos fazer sem a Sua benção.

Outra lição importante está no versículo 42 ( “Todos comeram e ficaram satisfeitos”). Apesar de , inicialmente, serem apenas 5 pães e dois peixinhos, depois de abençoados por Jesus aqueles alimentos foram suficientes para toda aquela multidão. Quando colocamos perante o Senhor as nossas necessidades, Ele cuidará para que sejam atendidas. Se cada cristão no mundo colocasse o pouco de que possa dispor nas mãos de Cristo, haveria alimento para todos ! É só confiar Nele!

Constatamos, também, na leitura do verso 43, que todos se fartaram e que ainda sobraram 12 cestos cheios, que foram recolhidos para que não houvesse desperdício. Deus é generoso! Sempre nos abençoa com mais do que precisamos, mas nos ensina que não deve haver desperdício. Aprendo que temos desagradado ao Senhor com muitas atitudes que tomamos hoje, seja em nossas casas ou na vida que levamos. Os homens tem usado e abusado dos recursos naturais, gastamos mais água do que deveríamos, não tratamos convenientemente os esgotos, não reciclamos todo o lixo que poderíamos, enfim, creio que nesse texto há uma importante mensagem sobre como devemos aproveitar o máximo os recursos de que dispomos.

Mas, creio que o mais importante ensinamento dessa passagem , está no versículo 31, onde vemos que Jesus reuniu os discípulos e os levou de barco para um lugar calmo, para que pudessem descansar.

Quantas vezes isso também acontece conosco? Paramos para descansar, enquanto que as multidões estão por aí, perdidas como ovelhas sem pastor. Paramos para descansar, enquanto as multidões estão por aí, famintas, não só de salvação, mas de alimento mesmo. E os cristãos descansam...

Não, mesmo cansados da jornada da qual retornavam, eles decidiram não descansar.
Há muito o que fazer, multidões para ensinar e alimentar. Não, não podemos parar.. Mesmo que nossos pés estejam doloridos, o corpo , cansado das jornadas diárias, existem muitas ‘ovelhas sem pastor’ necessitadas da nossa ajuda e trabalho. Sim, Jesus opera o milagre, porém a tarefa de levar o alimento é nossa.

Que cada um possa meditar e mudar de atitude, para que as multidões possam receber o alimento de que tanto necessitam.


Fernando Marin
fonte:
circuloteologico.blogspot.com
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Fora Jesus!!!




Porque Jesus seria deixado para trás pelas igrejas? 

No sábado pela manhã, deparei-me com essa charge no  facebook, a mesma foi postada pelo meu amigo, o Teólogo Fernando Marin, em seu perfil. Dei boas gargalhadas, pois esta  é realmente uma ótima piada, e que realmente reflete a realidade de muitas instituições eclesiásticas.
Então me coloquei a pensar: "Se Jesus estivesse entre nós hoje, Ele ficaria de fora de muitas 'igrejas'. Ostracizado, banido, exilado... Por vários e muitos motivos, inclusive pelo dinheiro."
Comecei a enumerar alguns fatos - além do dinheiro - pelos quais os 'pastores' de hoje, deixariam o Cristo de Deus fora das 'suas igrejas':

O Cristo bebe vinho;
O Cristo de Deus não ostenta riquezas, carrões, e roupas 'chiques';
O Cristo é solteiro - Não poderia ser pastor em algumas denominações;
O Cristo andou com prostitutas, bêbados, ladrões... E hoje, ele andaria com esses e com os gays, e os drogaditos (não para fazer o que eles fazem mas para amá-los, e mostrar-lhes o Amor do Pai;
O Cristo não prega a malfadada, a esdrúxula, a obscura, a doentia, a tôsca, a perversa, e cancerígena 'teologia da prosperidade' (que eu prefiro chamar de 'teoria da prosperidade');
O Cristo de Deus não destorce a mensagem, para extorquir o fiéis, e encher os bolsos com dinheiro, iates, jatinhos, viagens internacionais, e para pagar as faculdades caríssimas dos filhos em Boston, em New York, em London...;
O Cristo fala manso. Ele não grita, não pula, não sapateia - Seria taxado de 'morto espiritualmente', 'sorveteriano'... Sem 'fogo', sem 'unção', 'frio'... Dir-se-ia dele, que Deus o vomitaria no dia do juízo, e que Ele não é 'sapatinho de fogo', ou 'canela de fogo'... Entre outras coisas;
O Cristo de Deus, com certeza faria a opção pelos pobres. Abraçaria a Teologia da Libertação, o Evangelho Social, o Evangelho Político... E seria duramente criticado, excomungado como o Leonardo Boff, banido e demonizado. Seria chamado de 'liberal' e 'libertino'... como fazem com o Reverendo Carlos Calvani e com outros tantos sacerdotes e Teólogos;
O Cristo seria chamado de gay, por beijar os seus discípulos, e seria expulso da maioria das denominações - homem não pode beijar homem. Seria chamado de safado por beijar as irmãs, e de pedófilo por beijar e dar carinho às crianças, pondo-as no colo, como fez para demonstrar para Thiago e para Filipe, que para entrar no Reino dos Céus é necessário ser como uma criança;
O Cristo de Deus, não poderia entrar em muitas igrejas, e seria expulso, ou severamente punido e esquecido em outras tantas, por usar cabelos e barba grandes. Seus algozes lhe chamariam hostilmente de 'hippie' e 'vagabundo', entre outras coisas...
Eu poderia ficar aqui o dia todo, enumerando os motivos pelos quais Jesus não poderia adentrar, ou fazer parte de muitas instituições eclesiásticas. Entretanto, deixo para o leitor  e para a leitora a tarefa de completar essa lista de dez simples motivos, pelos quais os farizeus de hoje excluiriam o Senhor.


Apenas para ilustrar

Em algumas 'igrejas', Jesus seria:
'Colocado no banco' - Em disciplina;
Fariam uma carta-denúncia contra Ele. Entregariam uma para o Bispo e uma cópia nas mãos dele;
Fariam reuniões para expulsá-lo;
Convocariam um concílio para fazer-se retratar;
Se reuniriam na surdina para tramar contra Ele;
Fariam convenções para neutralizá-lo;
Mandariam Ele para pastorear em um interiorzinho, ou na favela;
'Queimariam' Ele na primeira oportunidade;
Dificultariam ao máximo o Ministério d'Ele, isso se Ele conseguisse chegar ao presbiterato, ou seja, ordenado, ou nomeado, ou 'ungido';
Puxariam o tapete d'Ele na primeira oportunidade, e colocariam a igreja contra Ele...
Você pode ajudar a construir essa lista também!

Pensando um pouco mais

Entretanto depois desse terrível escândalo financeiro envolvendo a fraude e o desvio dos dízimos na instituição eclesiástica denominada 'Igreja Maranata' (postagens abaixo), também comecei a pensar em alguns motivos pelos quais, Jesus rejeitaria as igrejas de hoje, e se tornaria um 'Cristão Desigrejado', ou um 'Cristão Independente':
Pastores ladrões;
Desvios, fraudes, enganações, sumiço... Nas finanças das igrejas;
Uso abusivo do texto em Malaquias 3.8;
'Teologia da Prosperidade';
G12;
Gritaria;
'Profetadas';
'Reveladas' e 'revelamentos';
Profeteiros' e 'profeteiras';
'Sapatos e canelas de fogo';
Exageros na homilia, na música, na liturgia...;
Arrogância;
Desamor;
Fofocas;
Falta de perdão;
Destorção do Evangelho;
Falta de ética;
Julgamento;
Ostracismo e exclusão;
Intolerância religiosa;
Disseminação do ódio no sermão;
Promiscuidade, dissimulação e hipocrisia;
Demonização do outro;
Falta de misericódia;
Falsidade e traição...

Que tal você ajudar a contruir essa lista também? Sei que todos têm alguma coisa para acrescentar à cada uma dessas três listas acima.
Observem que nessa minha lista de motivos pelos quais Jesus, o Cristo de Deus rejeitaria as igrejas e templos que aí estão, os quatros primeiros ítens giram em torno do dinheiro. Os sete ítens seguintes são sobre dogmas e doutrinas, e os catorze últimos ítens, estão relacionados ao caráter e ao comportamento dos seres humanos.

Pretendo publicar (ainda nesse ano) um texto mais elaborado, que vai analizar as pequisas que abordam o crescimento de 'evangélicos não praticantes', mais conhecidos como 'crentes desigrejados', cujo objetivo é refletir o 'Novo retrato da fé no Brasil'. Não é a toa que cresce no Brasil, o número de cristãos que não querem mais ir à igreja. Esse fenômemo sócio-religioso está construindo a 'Nova face da igreja brasileira'.

Austri Junior

fonte:
circuloteologico.blogspot.com
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"Templo da Prostituição na Índia" sendo mudado pelo Evangelho




O templo da prostituição na Índia, em uma prática conhecida como devadasi, está sendo destruído pelo poder do Evangelho.

Mulheres que são dedicadas a uma deusa, obrigadas a se prostituírem, estão entrando em contato com o Evangelho e tornando-se poderosas testemunhas de Cristo, segundo informou a publicação cristã Charisma.

A prática do devadasi consiste na exploração de mulheres e tem servido de último recurso para os pais desesperados por uma benção dos deuses.

Famílias pobres, que passam fome devido à difícil situação financeira, oferecem suas filhas para a deusa Yellamma com a esperança de receberem um favor dela.

A Junta de Missões Mundiais relata que o templo da prostituição continua mesmo tendo sido banido há 30 anos no país.

As mulheres dedicadas são normalmente consideradas casadas com a deusa e nunca poderão se casar com um homem depois disso. Atingindo a maturidade física elas são forçadas a viver como prostitutas.
Atualmente, as mulheres trabalham desde suas casas, sendo muitas conduzidas pelo tráfico para as cidades como Mumbai e Bangalore.

Esta situação encontrou um ponto de virada através do contato dessas prostitutas com Jesus. De acordo com a Charisma, o Evangelho está tendo uma poderosa força com rápido difusão entre as servas dessa trágica prática.

Uma prostituta que descobre um relacionamento com Cristo torna-se uma grande testemunha que rapidamente para suas colegas de trabalho sobre seu livramento no Senhor.
Segundo a fonte cristã, muitos cristãos estão trabalhando em prol de passar a mensagem do Evangelho para tais mulheres.
Eles as equipam, lhes dão força e as monitoram.

Através desse trabalho, muitas prostitutas estão tornando-se luz para almas de muitas outras mulheres nessa mesma situação.


Por Andrea Madambashi

fonte:
www.christianpost.com

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7 de março - Dia de Oração por Missões Mundiais



A Junta de Missões Mundiais convoca todas as igrejas a reservarem o dia 7 de março -- Dia de Oração por Missões Mundiais -- para intercederem pela obra missionária mundial. Nessas 24 horas, a igreja deve dividir horários para que haja, pelo menos, um membro orando por Missões Mundiais. Cada dia tem 1.440 minutos, sendo assim, se houver 144 orações de 10 minutos, cobriremos os missionários com nossas orações por um dia inteiro.

A data também poderá ser lembrada em um culto especial, vigília, reunião de Pequeno Grupo, culto doméstico, reunião de oração... Escolha a melhor forma de conscientização sobre a importância da oração para se levar Cristo, a paz que liberta, a todo o mundo. Se não for possível realizar uma programação neste dia, sugerimos que a igreja escolha outra data. O importante é não ficar de fora desta grande mobilização.
Todas as metas alcançadas por Missões Mundiais acontecem com a permissão e a graça do Senhor.

Vidas são transformadas, povos são alcançados, sonhos são resgatados, milagres acontecem. Tudo isso só é possível por meio da oração. É através dela que podemos falar com Deus e compartilhar com Ele nossas angústias, aflições e pedidos.

A oração faz do crente um missionário. Quem adota uma família missionária ou um projeto, deve orar especialmente por eles neste dia 07 de março. É importante pedir para que o Senhor crie oportunidades para seus missionários anunciarem Cristo, a paz que liberta, às nações.


Espalhe esta ideia 

A JMM incentiva todos a compartilharem os motivos de oração publicados nas cartas enviadas pelos missionários com os irmãos de sua igreja. Elas também podem ser publicadas no informativo ou boletim da igreja. Outra forma de promover o Dia de Oração por Missões Mundiais é compartilhando os pedidos publicados diariamente em nossa página no Facebook (facebook.com/missoesmundiais) e no Twitter (@missoesmundiais).

Há várias maneiras de ficar por dentro do Dia de Oração por Missões Mundiais. Para fazer parte desta grande rede de intercessão pela obra de evangelização mundial, basta se cadastrar no Programa de Intercessão Missionária (PIM) e pedir a Deus para abrir o coração daquelas pessoas resistentes ao Evangelho, para que sejam transformadas pela paz de Cristo.

Converse com o promotor de Missões de sua igreja e saiba como você pode ajudar a organizar esse importante dia no calendário da Campanha Missionária 2012.

Você também pode adotar um projeto ou missionário e interceder por ele. Basta se cadastrar no PIM. Entre em contato com a Central do Adotante: 2122-1901 (cidades com DDD 21) ou 0800-709-1900 (demais localidades).


Por Marcia Pinheiro

www.jmm.org.br
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Pastora Baby do Brasil e o trio elétrico gospel

Mesmo sem ser seguida por foliões a pastora não desanimou e entrou na avenida orando o Pai Nosso


Baby do Brasil leva trio elétrico gospel para o Carnaval de Salvador
A cantora e pastora Baby do Brasil conseguiu colocar um trio elétrico no circuito Campo Grande em Salvador, onde vários trios elétricos de grupos importantes da axé music se apresentaram.
Com a proposta de adorar ao Senhor, Baby levou músicas de ritmos contagiantes, mas com letras cristãs, para as ruas e até chegou a orar o “Pai Nosso” quando pisou na avenida na terça-feira, 21, no último dia de Carnaval da capital baiana.
Mas ao contrário dos outros trios que reuniram multidões, Baby não teve público, mas mesmo assim se apresentou como se estivesse rodeada por foliões. “Eu sei que é uma loucura entrar na avenida cantando gospel. Mas em um lugar com tanta espiritualidade eu tinha que ter essa ousadia, de louvar o glorioso Deus”, afirmou.
A cantora se apresentou para algumas pessoas que estavam no camarote e não se intimidou com a falta de público atrás do trio. Ela, que foi a primeira mulher a cantar em cima de um trio elétrico com o grupo Novos Baianos, mostrou entusiasmo e alegria durante todo o percurso.
Baby do Brasil não foi a única a usar o Carnaval para levar mensagens cristãs, em Salvador e em outras cidades brasileiras blocos carnavalescos foram montados por evangélicos que aproveitaram a grande concentração de pessoas para evangelizar.
A cantora se converteu no final da década de 90 e já tem dois CDs gospel gravados. O primeiro foi lançado em 2000 com o título de “Exclusivo para Deus” e o segundo em 2011, com o nome de “Geração Guerreiros do Apocalipse”. Hoje ela está à frente da Igreja Ministério do Espírito Santo de Deus que foi fundada pela própria cantora em 2000.

Com informações UOL

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Pastor Nadarkhani pode ter sentença de morte já decretada

Pastor Nadarkhani 
Um tribunal iraniano confirmou a sentença de morte ao pastor cristão Youcef Nadarkhani, preso desde 2009 que está sendo acusado de apostasia por negar sua fé em Jesus Cristo.
A informação é do American Center for Law Justice (ACLJ) que revelou ainda não saber se o líder cristão estaria hoje vivo ou morto.
"O mundo precisa se levantar e dizer que um homem não pode ser condenado à morte por causa de sua fé", a ACLJ disse ao executivo chefe da ACLJ Jordan Sekulow. "Este caso não se trata apenas de uma execução. Fomos capazes de expor o sistema em vez de apenas deixar um homem desaparecer."
Nadarkhani foi originalmente preso em outubro de 2009 por protestar contra o ensino do Islã na escola de seus filhos.
Ele se converteu aos 19 anos e liderava um grupo de cerca de 400 cristãos no Irã. As acusações que pesam contra ele são atualmente apostasia e tentar evangelizar muçulmanos. A sentença para apostasia foi a execução, mas, após pressão internacional sobre o sistema judicial iraniano o veredicto foi adiado, passando o caso para o aiatolá Ali Khamenei, da nação suprema autoridade, para revisão.
O congresso norte-americano chegou a pedir a libertação de Nadarkhani, em um movimento criado pelo deputado Joseph Pitts.
O Secretário de Relações Exteriores do Reino Unido, William Hague e a União Européia estão pressionando o Irã por violar também a Declaração Universal dos Direitos Humanos, segundo o Global Post.
O Irã atualmente está nas manchetes internacionais devido às suas ações militares e artefatos nucleares. Com isso, o governo tem intensificado a perseguição das minorias religiosas, sabendo que as atenções estão voltadas para outro foco.
Uma sentença de morte pode ter sido executada em meio a esse cenário.
De acordo com informações da imprensa local, ainda não está claro se Nadarkhani poderá apelar de sua ordem de execução. A maioria das execuções no Irã são realizadas em segredo.

Informações Christian Post
Fonte:
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Panorama mundial da perseguição religiosa



A “ intolerância religiosa é um dos assuntos mais abordados pelas organizações de defesa dos direitos humanos atualmente.
Isso se deve ao fato de que em muitas regiões as guerras sectárias dividem nações, trazem segregação e marginalização de indivíduos tendo como pano de fundo a fé.
Há vários tipos de perseguição religiosa e uma linha muito tênue que define quando e como ocorre uma
perseguição religiosa, seja ela perpetrada por um governo, sociedade, comunidade ou indivíduo.
No Sudão, a guerra civil que dura quase 47 anos e que dividiu o país em Sudão do Sul e do Norte em julho de 2011 se configura como uma disputa político-econômica entre os principais grupos étnicos do país: os árabes e os africanos (não--árabes), que respectivamente se denominam muçulmanos e cristãos.
Ao longo dos anos, o discurso religioso tem sido o alvo da discórdia para os conflitos ocorridos no Sudão.
Muitos pastores têm perdido a vida e igrejas têm sido destruídas.
Na Nigéria e na Costa do Marfim há uma clara divisão étnica e religiosa entre cristãos e muçulmanos que também disputam o domínio político e econômico no país.
Em nações como a China e o Irã, o governo tem aumentado a pressão sobre as igrejas domésticas e não-registradas. Com frequência a polícia chinesa tem invadido reuniões e cultos, e prendido pastores e membros, sob falsas acusações, como uma forma de pressionar para que tais igrejas se cadastrem e vivam sob a constante vigilância governamental. No Irã, as lideranças religiosas muçulmanas temem o rápido crescimento das igrejas domésticas existentes no país e por isso têm aumentado a pressão para que o governo fiscalize com mais rigor e assiduidade essas reuniões.
Em países como Indonésia, Paquistão, Afeganistão e Iêmen, a Igreja de Cristo se depara com o extremismo
religioso praticado por grupos como Jihad Islâmica, Talibã e Al Qaeda que geralmente associam a fé cristã com a política imperialista de alguns países do Ocidente e se apropriam desse discurso para perseguir cristãos e outras minorias.
Mas a perseguição religiosa aos cristãos não vem apenas da parte dos adeptos de outra fé. Em países como Rússia, Grécia e Etiópia, a própria Igreja Ortodoxa Cristã tem perseguido os cristãos evangélicos por considerarem-nos seitas. Por ser tradicional e ter contribuído em muito para a formação cultural desses países, a Igreja Ortodoxa tem muita influência política sobre as decisões dos governos no que diz respeito a outras minorias religiosas.
A intolerância secular e a subjetividade da fé também têm gerado intolerância religiosa à Igreja e a minorias
religiosas, especialmente em países do Ocidente, como Inglaterra e França. Ao mesmo tempo em que a filosofia secularista garante a liberdade individual de crença e religião, faz da mesma religião um elemento estritamente pessoal que deve ser praticado na esfera privada, tirando dos indivíduos o direito religioso vital de compartilhar de sua fé com outros. Dessa forma, a privacidade da crença impediria problemas maiores, a exemplo das guerras sectárias.
Independentemente das razões pelas quais a perseguição religiosa aconteça, o fato é que a liberdade religiosa tem sido negada e a evangelização é, na maioria das vezes, restrita ou proibida aos cristãos em vários países e em todos os continentes. O número de pessoas mortas por sua fé no século passado foi muito maior do que em qualquer outra época da história da Igreja, guardadas as devidas proporções, já que o número que cristãos hoje é muito maior do que fora no Império Romano, por exemplo.
A Igreja de Cristo continua a sofrer intolerância religiosa nos seus mais variados níveis e das mais variadas
formas, por isso ministérios como a Portas Abertas se levantam para fortalecer a Igreja de Cristo em países onde o cristianismo é proibido, restringido ou em que há existe ameaça de extinção da comunidade cristã.



Marcelo Peixoto
Historiador da Missão Portas Abertas - Brasil
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Ecumenismo e a Vontade de Deus

 


Parece uma coisa tão bonita. Pessoas de religiões diferentes convivendo em paz, fazendo encontros especiais, falando bem dos outros e das religiões diferentes. Temas de paz, compreensão e amor ao próximo são bons e importantes. O discípulo de Cristo deve abraçar os movimentos ecumênicos? Esta tendência representa o caminho certo para servir a Deus no século XXI?

Neste artigo, vamos abordar as seguintes questões:
O que é o ecumenismo?  O que é o pluralismo?  O que Deus diz sobre estas idéias?  Como devemos agir diante destas tendências?

O que é o ecumenismo?

A mesma palavra pode ter sentidos diferentes. O termo “ecumenismo” é usado de maneiras diferentes em diversos contextos. Pode se referir aos movimentos que promovem “ecumenismo cristão”, fraternidade entre as religiões chamadas cristãs. Algumas organizações procuram relações entre protestantes, outras entre católicos e protestantes, etc. Um sentido mais abrangente, chamado, às vezes, de macro-ecumenismo, representa movimentos para paz, tolerância e união entre as diversas religiões – católicos, protestantes, budistas, hinduístas, judeus, muçulmanos, etc.

Estes movimentos envolvem vários níveis ou aspectos. Manchetes falam de reuniões entre líderes religiosos para promover a tolerância e a compreensão. Várias organizações religiosas, às vezes, juntam forças para realizar obras sociais e culturais. Outras iniciativas buscam minimizar diferenças teológicas e doutrinárias, dizendo que as diversas religiões são boas e igualmente válidas e que todas buscam os mesmos benefícios para os homens.

Podemos ver um exemplo que ilustra o objetivo de tais iniciativas no trabalho do Centro Ecumênico de Serviços à Evangelização e Educação Popular (CESEP). Conforme o site dela na Internet, esta organização oferece um curso que inclui “Panorama histórico de espiritualidade nas tradições religiosas: cristã, islâmica, budista, africana, indígena e wiccana com participação em celebrações religiosas....e participações em celebrações religiosas nas tradições: hinduísta e judaica”. Um participante do curso recentemente escreveu: “E como é parte do diálogo, no qual eu acredito, podemos durante o curso participar de momentos celebrativos das diversas religiões, entre elas: Umbanda, Candomblé, Judaísmo, Islamismo, Budismo e Hinduísmo.” Ele cita as regras do ecumenismo apresentadas no curso, uma delas dizendo: “Eventualmente, cada participante do diálogo deveria ter uma experiência da religião do outro – por dentro” (Antônio Ryscak, da Igreja Anglicana).

O que é o pluralismo?

O pluralismo é integralmente interligado ao ecumenismo. É a idéia de não existir verdade absoluta, assim aceitando “verdades” divergentes como igualmente válidas. Se aplicasse a mesma noção na sala de aula, uma professora elogiaria um aluno que respondesse que 2 + 2 = 4, e daria a mesma aprovação para outro que dissesse que 2 + 2 = 8. Cada um tem a sua própria verdade.

No “ecumenismo cristão”, pessoas de igrejas diferentes aplicam o pluralismo para decidir que algumas doutrinas são essenciais, enquanto outras são sujeitas à interpretação, tradição e opiniões próprias. Desta maneira, podem achar essencial acreditar na morte e ressurreição de Jesus, mas não importante aceitar o que ele diz sobre o batismo. Podem dizer que é importante acreditar em Jesus, mas não precisa, necessariamente, acreditar nos milagres ou nos ensinamentos dele.

No “macro-ecumenismo”, o pluralismo iguala tantas doutrinas diferentes que as únicas verdades universais são algumas noções muito generalizadas. Por exemplo, é importante promover a paz, o amor e a felicidade dos seres humanos. Passando destas idéias básicas, já entrariam em conflito.

Em geral, quanto mais abrangente o ecumenismo, menor a “verdade”.

O que Deus diz?

Quando ecumênicos procuram aprovação de Deus, sempre destacam o amor dele, que é uma característica importantíssima da natureza divina (1 João 4:8). Mas, para tentar justificar a união do sagrado com o profano, esquecem da santidade dele, um outro aspecto fundamental de seu caráter (Apocalipse 4:8). O ecumenismo depende de uma teologia desequilibrada.

No Velho Testamento, Deus sempre exigia pureza, santificação e separação das outras religiões. Antes de subir a Betel (casa de Deus), a família de Jacó teve que lançar fora seus “outros deuses” (Gênesis 35:2). Deus falou para Israel não ter nenhum outro Deus (Êxodo 20:1-3), e exigia uma intolerância absoluta em relação aos outros (falsos) deuses (Êxodo 22:20; 23:24). Adoração de qualquer outro deus é vista como desvio do Senhor (Êxodo 32:8; Juízes 2:12; 10:6). Josué insistiu na importância de servir somente o Deus verdadeiro, rejeitando os falsos deuses dos outros povos (Josué 24:14-15). Homens fiéis recusavam servir outros deuses, mesmo quando foram ameaçados de morte (Daniel 3:18).

No Novo Testamento, Deus exige a mesma pureza e santificação. Servir falsos deuses é voltar á escravidão (Gálatas 4:8-9). Por isso, devemos nos guardar dos ídolos (1 João 5:21; 1 Coríntios 10:14), pois a idolatria é um pecado que impede acesso ao reino de Deus e leva à condenação eterna (1 Coríntios 6:9-11; Apocalipse 21:7-8). Os ensinamentos da Nova Aliança não somente condenam a idolatria, mas toda e qualquer forma da impureza (2 Coríntios 6:14 - 7:1). Qualquer um que nos incentiva a aceitar doutrinas que não vêm de Jesus Cristo deve ser rejeitado (Gálatas 1:6-11; 2 João 9).

Como devemos agir?

Podemos ser pessoas santas num mundo influenciado pelo pluralismo e o espírito ecumênico? Como viver para agradar a Deus neste ambiente de compromisso e desrespeito pela verdade única que ele revelou? Consideremos alguns princípios bíblicos que mostram o que devemos fazer: Procurar viver em paz com todas as pessoas, amando como Jesus amou (Romanos 12:18);  Seguir a doutrina revelada por Jesus e seus apóstolos, como o fizeram os primeiros discípulos (Atos 2:42; Efésios 4:14-15); Pregar a mensagem da salvação oferecida exclusivamente por meio de Jesus (Atos 4:12);  Conhecer e pregar o único caminho à salvação por meio de Jesus Cristo crucificado (1 Coríntios 2:1-5; 2 Timóteo 4:1-4);  Rejeitar aqueles que ensinam outras doutrinas (Romanos 16:17-18); ‘ Manter a nossa separação e santidade (1 Pedro 1:16; Hebreus 12:14).

A importância da escolha certa

A pesar das palavras suaves de líderes de diversas igrejas e religiões, o servo de Deus precisa escolher entre o certo e o errado. Os verdadeiros líderes espirituais – as pessoas escolhidas por Deus para guiar o seu povo – não apóiam o pluralismo e o ecumenismo.

● Moisés, o libertador dos israelitas, não foi ecumênico (Deuteronômio 30:15-20).

● Josué, o homem que guiou o povo na conquista da terra prometida, não foi ecumênico (Josué 24:14-15).

● O apóstolo Pedro não foi ecumênico (Atos 2:36; 4:12).

● O apóstolo Paulo não foi ecumênico (Colossenses 2:20 - 3:4).

● Jesus Cristo, o Filho de Deus, não é ecumênico (Mateus 7:13-14).

Amor ao próximo

Rejeitar o pluralismo e o ecumenismo não reflete falta de amor. O verdadeiro amor busca a verdade (1 Coríntios 13:6), e sabe que a verdade nos liberta (João 8:32). Não salvaremos ninguém se tornarmos “cúmplices nas obras infrutíferas das trevas” (Efésios 5:11). Se tivermos amor, falaremos e seguiremos a verdade, pois assim alcançaremos a salvação e conduziremos outros à mesma bênção da comunhão eterna com o único e verdadeiro Deus (Efésios 4:15; 1 Timóteo 4:16). Se você ama a Deus e ama ao próximo, não seja enganado pelas falsas e perigosas noções do pluralismo!

por Dennis Allan

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Família - Projeto principal de Deus



“E formou o SENHOR Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente. E plantou o SENHOR Deus um jardim no Éden, do lado oriental; e pôs ali o homem que tinha formado”.Gn.2:7
 "Então o SENHOR Deus fez cair um sono pesado sobre Adão, e este adormeceu; e tomou uma das suas costelas, e cerrou a carne em seu lugar; E da costela que o SENHOR Deus tomou do homem, formou uma mulher, e trouxe-a a Adão. E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; esta será chamada mulher, porquanto do homem foi tomada. Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne”. (Gn. 2:21-24)


INTRODUÇÃO

Embora encontremos teólogos por aí dizendo que Adão e Eva nunca existiram e que o jardim do Éden é simplesmente uma lenda. O fato é que, de todas as coisas que Deus criou a obra prima de sua criação foi o homem, feito do pó da terra e a mulher, posteriormente de uma de suas costelas.

Na verdade, até mesmo a Trindade estava presente na criação de todas as coisas, inclusive a do homem. O Pai, o Filho e o Espírito Santo deram a sua contribuição para que a sua obra fosse de fato, a imagem e semelhança de Deus. Ao projetar o primeiro homem do pó da terra e soprando-lhe o em suas narinas o fôlego de vida trazendo-o a existência, Deus em nenhum momento quis transformá-lo em um robô. Este homem chegou ao mundo totalmente livre, para receber informações, adequá-las ao seu projeto de vida e conseqüentemente efetivar-se ao nível de deveres e direitos que passou a ter, visto que a lei de Deus já estava gravada em seu coração.

Deus então preparou um lugar paradisíaco um Jardim no Éden, para que Adão cuidasse dele. Este lugar não era um lugar imaginário e nem alegórico. Tratava-se de um tipo de reserva, um lugar separado, uma área semelhante a um parque florestal localizado a leste do atual estado de Israel em algum lugar da Mesopotâmia ou Arábia. Nesta verdejante reserva natural se encontravam as duas árvores que são fundamentais para tudo que se segue em toda a história da humanidade. Estas árvores eram meios físicos, utilizados por Deus para implementar realidades espirituais.

A árvore da vida - era uma árvore associada à concessão da Vida Divina incluindo a imortalidade, ou Vida Eterna. Já, a árvore da ciência do bem e do mal - representava a autonomia humana, governo próprio, o ir e vir ilimitado e irrestrito.

No Vers. 18 do cap. dois de Gênesis observamos que Deus enxerga o objeto de sua criação, notadamente solitário e sente-se na obrigação de dar a este, um presente, ou seja: uma companheira idônea, que lhe fosse amiga, alguém com que ele pudesse conversar, repartir todos os desafios que a vida oferecesse neste mundo. Alguém a quem ele teria a responsabilidade de cuidar, de amar e respeitar todos os dias. Enfim, alguém com quem pudesse compartilhar os seus sonhos, e que lhe fosse fiel numa parceria de intimidade, de romance, de vida a dois, de uma só carne. De fato, tendo uma vida de comum acordo com esta mulher que Deus o estava presenteando, a família propriamente dita tomaria forma.

Você conhece a história Bíblica. De um sono profundo, cirurgicamente da costela de Adão, Deus formou uma linda mulher, que passou a ser sua esposa, osso de seus ossos, carne de sua carne. Agora, não mais um, porém dois passariam a ter comunhão com o Criador, que todos os dias os visitavam no jardim, verificando se tudo estava correndo bem com o casal, o melhor de sua criação. Para onde quer que olhassem, a beleza do jardim os deixavam plenamente satisfeitos e integrados à sua nova realidade, ou seja, viveriam para Deus o Criador e se doariam um para o outro, sem constrangimento, sem culpa, com inteira e total liberdade.

Dia após dia nada desabonava a conduta do casal. Apenas tinham que lembrar de uma ordem que Deus lhes dera tão logo que chegaram à existência, ou seja: A condição para permanecerem neste lindo lugar estava literalmente ligado à obediência total a Deus, pois a mesma consistia no seguinte: “De toda árvore do jardim podiam comer livremente, mas da árvore da ciência do bem e do mal, dela não poderiam comer, porque no dia que dela comessem, certamente morreriam”.

O final desta história, provavelmente já é do seu conhecimento. A serpente traiçoeira e sagaz seduz a Eva oferecendo-lhe a chance de conhecer o lado diferente da vida, ou seja, o lado do pecado. Comendo do fruto os seus olhos se abririam para o inesperado, para o desconhecido que lhes fora negado por Deus no intuito de preservá-los. Porém a apresentação deste outro lado, na verdade significaria desobedecer à ordem simples que Deus dera ao casal. Em um gesto consciente e decisivo, Eva pegou do fruto e seus olhos e sentidos se afloram.

Estava evidenciando o até então desconhecido e nesta aventura não queria ficar sozinha, uma vez que tinha um parceiro. Então ofereceu, sem demora o produto de seu devaneio a seu marido que aceitou sem protelações ou questionamentos recebendo então em seus corpos, em suas mentes, em e espíritos a maldição do pecado. Do fruto comido e ao acender da consciência em culpa, obriga-os a se esconderem de Deus. Agora de vez de se refugiarem nos braços do Eterno como de costume, sempre que vinha ao jardim visitá-los, eles fogem de sua presença. A Santidade de Deus, o Criador os constrangem. Não podem e não querem encará-lo, por causa da culpa, do medo. Preferem cobrir-se com folhas de figueira e esperam ansiosamente pelo veredicto da parte do Senhor. Veredicto um tanto idêntico quando ao que Jesus Cristo, séculos sentenciou quando não viu frutos na figueira, Ele simplesmente a amaldiçoou para que nunca mais lhes nascesse frutos.

Agora teriam que abandonar imediatamente o paraíso. Aquele lugar lindo e maravilhoso não podia ser mais o seu lar. Eles são agora expulsos literalmente. Querubins são Anjos colocados na entrada para que uma vez expulsos fossem energicamente impedidos de retornar. Uma espada flamejante se movia em todas direções na entrada do jardim, reforçando assim a autoridade daqueles Querubins do Senhor. Seus dias seriam limitados. Não mais viveriam eternamente. A árvore da Vida seria sua esperança dia após dia, cumprindo cerimoniais de expiação, para poder pela lei e confiados tão somente na Graça e misericórdia de Deus serem alcançados pela fé. O marido teria que ir à luta para suprir as necessidades de sua casa e a mulher com dores geraria os seus filhos. E a serpente amaldiçoada a espera do Redentor que Vive e Reina para lhe pisar na cabeça.

Graças ao bom Deus, pois o seu amor é tremendo e através dos tempos e especialmente através da nação de Israel providencia o nosso livramento. Gerações se sucedem até a chegada de Jesus Cristo, o Unigênito de Deus ao mundo em forma humana, nascido de mulher, que habitou entre os homens, teve uma vida normal em obediência e nesta obediência se entregou, se ofereceu à morte de cruz, para tomar o lugar de Adão. A Bíblia em Romanos 5:18-21 nos diz: "Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio à graça sobre todos os homens para justificação de vida. Porque, como pela desobediência de um só homem (Adão), muitos foram feitos pecadores, assim pela obediência de um (Jesus Cristo) muitos serão feitos justos. Veio, porém, a lei para que a ofensa abundasse; mas, onde o pecado abundou, superabundou a graça; Para que, assim como o pecado reinou na morte, também a graça reinasse pela justiça para a vida eterna, por Jesus Cristo nosso Senhor”.

Preste atenção amados. Em Jesus Cristo cada componente da família de Deus, tem pela fé acesso a árvore da Vida. Cada família pode e deve em Jesus Cristo ter acesso ao Jardim do Éden. A Arvore da vida está plantada neste jardim. A maldição do pecado, uma vez em Jesus Cristo não pode arrancá-la, não pode destruí-la. Mesmo que Satanás repita a velha cena todos os dias, oferecendo e seduzindo o povo de Deus, você pode e deve buscar a ajuda do Espírito Santo para não se deixar contaminar. Não vale a pena se deixar seduzir pelo enganador que está à espreita tentando tragar um maior número de pessoas. É hora amados de reconhecer Jesus Cristo, como o único e suficiente Libertador, Salvador e Senhor de nossas vidas. Só através Dele temos acesso a arvore da vida.

Bom, o que será que o Senhor quer ensinar-nos nesta oportunidade, através de fatos ocorridos há tanto tempo atrás?
Veja amados, alguns princípios, que se praticados à luz da Palavra de Deus, com certeza nos ajudará a entender o plano, o projeto que Deus tem para as nossas famílias.


Primeiro Princípio - É o da criação que se renova a cada dia...

A cada dia no mundo novas famílias nascem. Em toda parte do planeta chamada terra homens e mulheres se encontram, para juntos formarem suas famílias.

O ponto de vista de Deus ainda permanece, no sentido de que: “O homem não foi feito para viver só. Ele precisa de alguém que o complete”. É desejo de Deus ainda, que o habitat deste casal, seja de fato um lugar separado, uma reserva especial e natural. Cada família tem necessidade de viver o seu jardim do Éden.

Amados, quando um homem encontra o seu cônjuge e pelos laços do matrimônio oficializa esta união, é seguramente da vontade de Deus, que o amor que um nutre pelo outro perdure até que a morte os separe. Infelizmente esta não é uma realidade que vivenciamos principalmente em nossos dias. Os noivos já entram na Igreja na predisposição que se não der certo a opção é o divórcio.
A cada compromisso que novos casais celebram no altar:

*Deus na verdade espera que estes se mantenham íntegros e que de maneira nenhuma chegue perto da árvore da ciência do bem e do mal.

*Deus espera que este relacionamento seja pleno, seja santo, seja sólido, seja duradouro.
*Deus espera que estes casais não repitam a cena de Adão e Eva se deixando seduzir pelas artimanhas do diabo.
*Deus espera que estes casais não passem o vexame de viverem uma vida inteira se escondendo, se esquivando de receber a sua preciosa visita em seu Jardim do Éden, porque pecaram em alguma área contra Deus.
*Deus espera que as suas consciências estejam dia após dia preservadas, evitando assim de serem expulsos do jardim e obviamente impedidos de comer da árvore da vida.

O que quero dizer nesta oportunidade é que o seu lar aos olhos de Deus deve ser um lindo e maravilhoso jardim, onde deve reinar a paz, a alegria, a união, o amor, o perdão. Este jardim deve ser cultivado de tal forma que a cada dia haja uma renovação de expectativas, de sonhos e de conquistas.

Deve ser um lugar onde Deus tenha prazer de chegar, de ter comunhão com seus componentes.

Segundo Princípio - Deve-se ter a liberdade com compromisso de fidelidade a Deus

A mesma liberdade dada por Deus ao primeiro casal, é concedida de igual forma a todas as famílias espalhadas na face da terra. Não faz parte do caráter de Deus, o ser arbitrário ou ditador, muito menos controlador de sua criação. A todos de igual forma são dados deveres e direitos. Deus nunca impôs e nunca imporá condições, forçando, colocando pressão em sua criação para ama-lo. O amor a Deus deve ser incondicional, espontânea, livre. Deus não é tirano. Deus espera que cada pessoa da família viva em completa liberdade, porém Ele quer que você tome ciência de que a sua estabilidade esta atrelada a Deus. A sobrevivência da família passa por admitir tão somente a livre e espontânea vontade, a presença de Deus. Fora de Deus não pode haver felicidade e paz no seio familiar. Fora de Deus a árvore da ciência do bem e do mal sempre será uma opção que trará desmantelamento dos relacionamentos. Na experiência de Adão e Eva vemos isto claramente acontecer.

Antes da desobediência:

*Tudo era harmonia
*Tudo girava em torno da presença amorosa de Deus
*Havia paz, havia a facilidade no relacionamento do casal.
*Eles viviam cada dia para Glória de Deus e um para o outro cumprindo assim o mistério de uma só carne.
Depois da queda experimentaram sentimentos jamais vividos anteriormente, tais como: Sentimentos de medo, de angustia, de insegurança, de vergonha, de dor, de culpa, de remorso, de falta de paz e de ódio.

A Bíblia diz em:


I Pedro 2:15,16 - "Porque assim é à vontade de Deus, que, fazendo bem, tapeis a boca à ignorância dos homens insensatos; Como livres, e não tendo a liberdade por cobertura da malícia, mas como servos de Deus."

II Co. 3: 17-18 - "Ora, o Senhor é Espírito; e onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade. Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho à glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor”.

Terceiro Princípio - Restauração do Paraíso Familiar

Amados, preste atenção no que quero dizer-lhes: “A família de hoje precisa fazer constantemente a manutenção de seu Jardim, procurando ter uma consciência pura, afastando-se diariamente da sedução do pecado, para não ser achado em falta por Deus”.

A Experiência vivida pelo primeiro casal depois de serem confrontados por Deus por causa da desobediência, necessariamente não precisa ser vivenciado por você e seu cônjuge. Procure manter constantemente o seu jardim, o seu lar, a sua família adubada. Qualquer planta que não se observar à qualidade em seu tratamento diário e constante, com certeza não durará muito tempo.

*Nunca faça a sua opção pelo engano, pela mentira, pelo pecado.
*Mantenha em dia a sua comunhão com o Senhor e com os seus.
*Ouça a voz de Deus. Ele diz: “Não toque na árvore da ciência do bem e do mal, para que não venhas a morrer”.
*Tenha prazer em curtir a sua família, seu marido, sua esposa, seus filhos. Tire tempo de qualidade com cada um deles.
*Não busque fora de seu lar, modelos de pecados. Deixe a fornicação e o adultério de lado.
*Pare com as brigas. Não vale a pena viver brigando com pessoas de sua família. A Bíblia diz, que se depender de nós devemos ter paz com todos os homens.

*Não faça nada que venha a se arrepender depois.
*Procure ajuda de Deus para restaurar os seus conceitos e valores
*Olhe para a sua família com o olhar de Deus.
*Ame a sua família com o amor de Deus.
*Perdoe a sua família com o perdão de Deus.
*Viva para os seus, dando-lhes honra e prioridade.

Ouça bem: “Você não precisa passar pela humilhação de ser expulso da presença do Senhor. Os anjos que devem estar ao seu redor, ao redor de sua casa são para protegê-los e livrá-los de perigos e não para serem agentes de punição”.

Gl. 5:13-14 - "Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis então da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pelo amor. Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo."

Amados, este é uma oportunidade especial que Deus lhe dá para que você ser confrontado pela Palavra. Você pode ter as seguintes reações:

1. Você pode ter acabado de ouvir estas considerações e ainda preferir continuar no engano, na mentira e com isso acumular sobre si mais maldições.

2. Você pode também preferir ficar com as suas justificativas, de que o jeito que você vive, mesmo que desagradando a Deus e ferindo sensivelmente a sua consciência e a sua família, é a opção melhor que você tem encontrado para viver e por isso você não abre a mão.

3. Você pode reconhecer suas falhas e pecados agora mesmo e tomar a atitude de querer mudanças para melhor em sua vida pessoal e familiar.

Não crie justificativas. Se entregue sem reservas ao Senhor. O mesmo Deus que amava e se interessava em estar com o primeiro casal naquela bela reserva chamado Éden, é o mesmo hoje que lhe convida a ter um relacionamento mais estável e duradouro com Ele.

Deus os abençoe em Cristo Jesus...



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Mais de 40 pessoas são batizadas na 92ª Assembleia da CBB




O culto da 92ª Assembleia da Convenção Batista Brasileira, em Foz do Iguaçu/PR, neste domingo, foi precedido por um momento de grande emoção e alegria. Pastores da CBB batizaram 48 pessoas na piscina do hotel onde até esta terça-feira (23) acontece a Assembleia.

A cerimônia foi transmitida ao vivo em um telão instalado no salão principal do hotel, onde mais de três mil pessoas assistiram o culto. Todas as pessoas batizadas eram ex-viciados em crack, mas que hoje são novas criaturas, livres por Jesus Cristo. Os internautas também puderam acompanhar pelo site www.assembleia.batistas.com.

 Muitos convencionais não se contentaram em assistir pelo telão e foram para o espaço em volta da piscina, se emocionar com seus novos irmãos em Cristo. A Junta de Missões Mundiais participou deste momento marcante na história dos batistas brasileiros por meio do seu diretor executivo, Pr. João Marcos Barreto Soares; do coordenador do setor de Voluntários, Pr. Marcos Grava e dos Missionários Mobilizadores Pr. Adílson Santos e Pr. Alex Uemura.
 Após os batismos, ainda dentro da piscina, pastores e batizandos se abraçaram, ergueram suas mãos ao céu e, juntos, louvaram a Deus com brados de: “Eu sou livre!”. Logo em seguida, o culto prosseguiu com a mensagem do presidente da CBB, Pr. Paschoal Piragine.

Por Marcia Pinheiro
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Missionário Dawei emociona pastores da OPBB




Em um dos momentos Uma só Voz durante o congresso da OPBB – Ordem dos Pastores do Brasil – na 92ª Assembleia da Convenção Batista Brasileira, o Pr. Dawei, missionário da JMM no Sudeste da Ásia, emocionou os convencionais ao falar de suas experiências numa região onde predominam a seca de água natural e a escassez de amor pelo Senhor Jesus.

Dawei teve um grande questionamento enquanto fazia mestrado. Ele sentia o chamado de Deus para fazer missões, mas temia que tivesse que começar tudo do zero após tantos anos de dedicação aos estudos.
Certo dia, lendo a Bíblia, na passagem sobre o diálogo de Jesus com a Mulher Samaritana, ele percebeu que muitas coisas poderiam acontecer “ao redor do poço”, em um projeto com água. E foi isso o que Deus lhe deu: o Projeto Água para os Sedentos, que leva a água natural a uma região de seca e, ao mesmo tempo fala de Cristo, a Água da Vida. O pastor já levou este projeto à África e ao Oriente Médio e há cerca de 5 anos está no Sudeste da Ásia, em uma região onde a pouca água que existe é contaminada e falar de Jesus pode custar a vida.

O pastor vai às vilas para construir poços e cisternas. Com seu tipo físico bem diferente do povo local, Dawei virou uma espécie de “ponto turístico”. “As pessoas se afastavam de mim. Mas eu sei que foi Deus quem me chamou e é Ele quem faz a obra. No meio de um povo muito preconceituoso, Deus tem manifestado a sua graça”, disse o missionário.

Dawei e sua esposa, a missionária Mali, já aprenderam a língua local e tem ministrado estudos bíblicos. Graças ao trabalho deles, hoje a JMM tem oito obreiros da terra naquela região. Um deles é a missionária Grace, sobre a qual Dawei falou com muita emoção:

“Quando cheguei ao Sudeste da Ásia, minha filha era bem pequena e eu e minha esposa precisávamos estudar a língua tão difícil daquele povo. E através de uma irmã da igreja apareceu uma moça que, por questões de segurança, preferimos chamar de Grace. Ela ficou em nossa casa, mas não conseguíamos nos comunicar. Aos poucos, aprendemos a língua e começamos a nos entender. O mais curioso foi que ela observava nosso comportamento e nós não sabíamos o que estava acontecendo. Chegou um tempo em que nos disse que havia entendido o que estávamos fazendo em seu país e falou que desejava aprender mais sobre missões.

Decidimos investir em sua formação e a colocamos em um seminário. O mais interessante foi quando ela voltou. Ela me abraçou forte e disse que estava disposta a ser missionária, pois havia entendido a necessidade do seu povo. Hoje esta menina é uma das melhores evangelistas que nós temos por lá. Eu não imaginava que Deus poderia usar tanto aquela moça. Ela chega a subir montanhas durante por 4 horas para falar de Jesus.

Certa vez Grace chegou numa vila e o líder local a desafiou, dizendo que só poderia falar de Deus por lá se sua oração fizesse chover. Na mesma hora ela orou e nada aconteceu. Mas à noite caiu uma chuva muito forte naquela região onde havia muita seca. No dia seguinte toda a vila estava sentada no chão, ouvindo a Grace falar de Jesus.”

Deus também está salvando muçulmanos na China. Recentemente, uma muçulmana ouviu a missionária Grace falar do amor de Deus e lhe pediu que fosse à sua casa falar sobre o mesmo tema. A muçulmana perguntou o que era preciso para seguir a Cristo e Grace lhe disse que bastava orar. A moça queria tomar banho pra se purificar, no entanto, nossa obreira explicou que não era preciso, que bastava uma simples oração reconhecendo que Jesus é seu único e suficiente Salvador.

A muçulmana orou e disse que sentiu uma coisa muito pesada saindo de dentro dela, seguida de uma forte sensação de paz. Ela disse que nunca em sua vida havia sentido esta paz. Com lágrimas nos olhos ela perguntou: “Por que vocês demoraram tanto para vir aqui trazer esta paz.”.

Isso é o que Deus tem feito através dos mais de 700 missionários da JMM espalhados pelos mais de 60 campos no mundo. O Senhor transforma vidas e usa quem Ele quer, no momento em que deseja.



Por Marcia Pinheiro

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Um Desafio Para o Novo Ano




Desde 2010, a cada dia 11 de janeiro,  muitas  pessoas  vão relembrar aquela que foi considerada como a pior tragédia que já se abateu sobre o Brasil.

No meio da noite, sem aviso, uma chuva de magnitude nunca antes vista, atingiu partes da serra fluminense. Em poucos minutos, córregos tranquilos se transformaram em turbilhões de água, que tragavam tudo por onde passavam.
 
Naquela noite, as pessoas foram dormir como em todas as outras noites, cansadas, ou fazendo planos para o dia seguinte, ninguém esperava por toda aquela situação. E , muitas delas morreram. Foram mais de mil, se contarmos as mais de duzentas cujos corpos nunca foram encontrados – e nem serão.
 
Sei que muitos podem questionar sobre o que a teologia tem a ver com isso. Aliás, eu já me fiz várias vezes essa mesma pergunta e, por isso, essa tentativa de se colocar em palavras o sentimento que, desde a época, me invadiu.
 
Hoje, passada a fase do socorro às vítimas, começamos a perceber o somatório de situações que levou a aquela tragédia toda. Depois de estudos, inspeções, reuniões, a conclusão é a de que faltaram ações públicas para evitar a morte daquelas pessoas.
 
Isso mesmo, a omissão do poder público, acabou por causar tantas mortes, ferimentos, sofrimentos, perdas materiais, a simples ação de não agir, acabou por causar tudo aquilo. Estupefatos, vemos, ainda, o afastamento dos prefeitos de duas das cidades atingidas , afastamentos esse que se deram por má gestão dos recursos financeiros enviados para o socorro às vítimas.
 
Afinal de contas, o que está acontecendo com o ser humano?
 
Quem, como eu, conhece as regiões atingidas, sabe bem que toda essa tragédia era anunciada há anos. Há décadas, os municípios – e o estado – vem permitindo, ou melhor, se omitindo para proibir construções de imóveis em áreas de risco, muitas nos morros, outras, ainda, nas beiras – ou pior – dentro da calha dos rios que cortam a região, simplesmente ignorando todas as leis de controle ambiental, visando apenas e tão somente a ‘simpatia’ daquelas pessoas, simpatia essa que acaba se transformando em votos. Ou em cadáveres.
 
Nem só os pobres foram afligidos. No local denominado como Vale do Cuiabá, por exemplo, diversas pousadas e hotéis de bom padrão, haras, mansões, tudo foi tragado por um pequeno rio enfurecido pelas águas , ceifando a vida de muitos, apenas porque alguém se omitiu e permitiu aquelas construções ali.
 
Isso tudo me lembra o texto bíblico de Lucas 12, onde Jesus conta a história de um fazendeiro que teve uma abundante colheita e que, no intuito de enriquecer ainda mais, mandou derrubar seus celeiros e construir outros maiores, para armazenar tudo o que colhera, já que pensava em viver dos lucros daquela grande colheita. Não, o fazendeiro não pensou em distribuir parte daqueles alimentos todos para os pobres. Quis juntar ainda mais, sem saber que morreria naquela mesma noite. Muitos hoje, na ânsia de enriquecer ou de levar alguma vantagem, fecham os olhos para as leis, para tudo o que possa a vir a se colocar no caminho da sua ambição, isso sem o menor constrangimento, sem qualquer preocupação com as consequências dos seus atos. Nesse momento, por exemplo, enquanto escrevo este artigo, árvores centenárias estão sendo abatidas na amazonia, barrancos estão sendo escavados para a construção de casas, rios estão sendo assoreados por ignorância da obrigação das matas ciliares, barracos estão sendo construídos em locais de risco, e por aí vai.
 
Onde vamos parar? Será que a vida humana perdeu totalmente o seu valor? Será que os políticos e administradores públicos que se omitiram na tragédia da região serrana do Rio conseguem dormir tranquilos, sem qualquer problema de consciência?
 
Não tenho resposta para essa pergunta, mas, também me sinto um dos culpados. Quando nós, cristãos, deixamos de cumprir com a nossa parte, pessoas podem morrer. Quando permitimos que as leis sejam simplesmente ignoradas, quando dizemos que não temos nada a ver com isso, quando falamos que temos de orar pelos outros, mas não tomamos atitudes, pessoas podem morrer. Não me refiro apenas ao caso que abordamos aqui, mas em relação a diversas áreas da vida.
 
Se , na qualidade de cristãos, fizéssemos com mais empenho o trabalho que Jesus nos designou, com certeza, o mundo seria melhor. Se gastássemos mais nosso tempo pregando o evangelho, levando mais pessoas a Cristo, muitas mortes poderiam ser evitadas, já que o conhecimento da Palavra traz Salvação e transformação.
 
Quando preferimos descansar a trabalhar mais pelo Reino de Deus, pessoas ficam entregues à própria sorte, sem direção, sem esperanças, sem expectativas de uma vida melhor, deixam de conhecer a vida com abundância pregada pelo Mestre.
 
Que tal uma grande mudança nesse novo ano que ora se inicia? Que tal nos determinarmos a partir para a práxis, deixar um pouco de lado o banco da igreja e seguir para as ruas, bairros pobres, levando conhecimento, paz, esperança? Cobrar mais dos políticos que cumpram com as suas obrigações, fiscalizar melhor o cumprimento das leis,  seriedade na aplicação dos recursos públicos?
 
Que tal salvarmos almas e vidas?
Deixo aqui esse desafio.                        

Fernando Marin

fonte:
Olhar Teológico
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Uns São e Unção



Nestes últimos dias ouvimos experiências, as mais diversas, de pessoas que testemunham que receberam algum tipo de unção. Unção do leão, unção da águia, unção dos quatros seres viventes – imagine o que poderiam fazer com unção assim – unção da lagartixa, etc. Só não ouvi testemunho algum de alguém que tenha recebido unção do quebrantamento, unção da obediência, unção da paz, etc.

Isso tem me preocupado, porque analisando as experiências de homens de Deus tanto no Antigo como no Novo Testamento não encontro este tipo de unção. Encontro homens ungidos, capacitados, que operam milagres de Deus na terra; homens e mulheres com unção, mas não uma unção específica. Folheando os arquivos da história da igreja também nos deparamos com muita unção; gente que viveu as mais estranhas experiências espirituais, mas nunca uma unção específica. Eram pessoas ungidas com o Ungido.

Explico. É que na Bíblia não encontramos tipos específicos de unção. Encontramos ungidos com a Unção!

Mas o que é unção? João responde: “E vós tendes a unção que vem do Santo e todos tendes conhecimento... Quanto a vós outros, a unção que dele recebestes permanece em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a sua unção vos ensina a respeito de todas as coisas, e é verdadeira, e não é falsa, permanecei nele, como também ela vos ensinou” (1 Jo 2.20,27).

Esse é um dos únicos textos da Bíblia que fala da unção como uma coisa concreta, não um fluído, um som, um vento. Ainda que na experiência de se ter o Espírito Santo a sensação que se sente mexe com a alma, as emoções, o que se recebe é algo concreto; recebe-se a própria Pessoa do Espírito Santo que passa a residir em nós!

João deixa claro que a unção vem de Deus; que ela traz conhecimento; que nos ensina, e que não é falsa. Isto posto, transparece a idéia de que existe unção que é falsa, que  não vem do Santo e que não traz conhecimento! 

Algumas coisas que precisamos entender

Primeiro
A unção é uma experiência que começa na conversão. É quando o Espírito de Deus passa a residir em nós. “Em quem também vós, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação, tendo nele também crido, fostes selados com o Santo Espírito da promessa; o qual é o penhor da nossa herança, até ao resgate da sua propriedade, em louvor da sua glória” (Ef. 113). Ouro texto: “Mas aquele que nos confirma convosco em Cristo e nos ungiu é Deus, que também nos selou e nos deu o penhor do Espírito em nosso coração” (2 Co 1.21-22). E ainda: “E não entristeçais o Espírito de Deus, no qual fostes selados para o dia da redenção” (Ef 4.30). Nestes textos, vemos que eles falam do Espírito Santo, como uma garantia para a salvação, que nos “carimba”, que nos sela, marcando o objeto de sua posse. Aqui a unção é um selo.

Segundo.
Os discípulos receberam o Espírito Santo a primeira vez em João 20.22, e depois foram cheios novamente em Atos 2.4 e depois novamente em Atos 4.31! Ser cheio do Espírito Santo uma vez não garante unção para sempre. Precisamos ser cheios do Espírito Santo todos os dias, continuamente! É algo que ocorre “mediante o seu Espírito no homem interior” (Ef 3.16) e que deve ser cultivado de nossa parte, para que nos enchamos sempre do Espírito. “Enchei-vos do Espírito”, diz Paulo (Ef 5.18). 

Terceiro
Se a unção é algo concreto que recebemos de Deus – por que, então, perdemos o vigor do Espírito, ou sentimos que vazamos da unção? Uma das respostas está em Efésios 4.30. Nós o entristecemos! E as razões porque o Espírito Santo se entristece em nós está escrito em Efésios 4.25 a 29, e depois dos vv. 31-32. Há outros exemplos de entristecimento do Espírito Santo. Paulo aconselha: “Não apaguem o Espírito”!

Quarto
 Em 1 João 2.20,27 unção é conhecimento divino. A presença do próprio Espírito Santo.

Quinto
 Unção é também separação como nos Salmos 45.7; 89.20. Jesus foi separado, ou ungido pelo Pai, conforme Isaías Is 61.1 fato que se cumpriu em Lucas 4.18. Os utensílios do templo eram “ungidos”, isto é, separados! Em 1 Crônicas 16.22 refere-se a separação de todo o povo de Deus!

Finalmente unção é delegação de autoridade (1 Sm 16.12-23 na unção de Davi e  1 Rs 1.39 na unção a Salomão e que depois é ungido novamente (1 Cr 29.22). – Aqui um precedente: Pode-se ungir (autorizar uma pessoa) várias vezes perante o povo para que este respeite a autoridade de Deus sobre ela!

Conclusão: Unção é Habitação de Deus em nós. Unção é inteligência de Deus em nós; é separação. É delegação de autoridade! A unção é completa e não se manifesta apenas como leão e águia, símbolos de força e altivez, mas como bezerro e homem, símbolos da humildade e de humanidade!

Se alguém teve uma experiência com o Espírito Santo e a experiência a deixou orgulhosa, insubmissa, rebelde, achando que é melhor que os outros; posso garantir que é falsa e que não veio do Espírito da verdade! A verdadeira experiência com o Espírito Santo nos deixa mais humildes, serviçais e nos faz calar.

Unção, portanto, é a Presença do Espírito Santo em nós. Alguns, no entanto, confundem unção com manifestações. A unção pode vir acompanhada de todo tipo de manifestações, mas nem sempre as manifestações significam que temos unção. Às vezes uns são! 



Pr. João A. de Souza Filho

fontes:
www.pastorjoao.com.br  
 
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O que a Bíblia diz sobre o Natal?



Nada. O Natal não é mencionado nenhuma vez nas Escrituras. Todos os anos, em todo o mundo, algumas pessoas guardam o dia escolhido pelos homens para comemorar o nascimento de Jesus. Algumas pessoas o guardam como um dia santo especial, enquanto muitas outras fizeram dele um tempo de comercialização, de interesses egoístas.

As modernas comemorações do Natal têm pouco a ver com os fatos da Bíblia. A Bíblia não revela a data do nascimento de Cristo, nem mesmo o número de magos que o visitaram em Belém. As Escrituras não autorizam uma comemoração especial na igreja, nem um dia santo para comemorar o nascimento de Jesus. Evidentemente, a Bíblia não dá aprovação ao materialismo egoísta, tão comum nessa época do ano.

Mas Jesus nasceu, e por um motivo muito bom. Ele veio para salvar-nos do pecado (1 Timóteo 2:6).  Ele é o Rei, não só dos judeus, mas de todos os homens (Mateus 28:18-20). Sua grande vitória veio, não com seu nascimento, mas com sua morte e ressurreição. Esta é a vitória que o faz nosso Redentor, digno de honra e adoração (Apocalipse 5:8-14).

Hoje, precisamos imitar os magos, que procuraram tão esforçadamente encontrar Jesus. Não podemos nos contentar com as crenças tradicionais, as doutrinas humanas, ou os dogmas das igrejas. Temos que examinar as Escrituras (Atos 17:11). Temos que aceitar o que é certo e rejeitar o que é errado (1 Tessalonicenses 5:21-22). Temos que estar certos de que Jesus veio a esta Terra uma vez, e que ele voltará para chamar-nos ao julgamento (Atos 17:30-31;  2 Coríntios 5:9-10).

Na época do Natal, quando muitas pessoas mostram uma religião superficial e falam sobre um Jesus desconhecido para elas, nós devemos lembrar que é possível ser só cristãos, seguidores de Jesus. Não devemos ensinar ou defender doutrinas de homens. Temos que simplesmente seguir a Jesus e encorajar outros a fazerem a mesma coisa. Que possamos adorar a Cristo de acordo com a vontade dele!


 Dennis Allan
www.estudosdabiblia.net
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Como nos Preparar para as Provas?


Deus revelou que iríamos sofrer e que seríamos provados. É nossa a responsabilidade de nos preparar para estas provas. Quando me refiro a nos preparar, não estou falando em sermos ansiosos, pois se preparar é muito diferente de ser ansioso. De nada adiantará ficar ansioso ao fazer um exame no colégio, embora será um grande benefício se nos prepararmos para este exame. Como podemos estar preparados de antemão para as provas?

Precisamos Aprender a Confiar em Deus por Meio de Sua Palavra

Uma semente requer tempo para germinar. Devemos semear a Palavra de Deus em nossa mente antes que surjam as provas. É uma medida de prevenção (Salmo 119:11). Jesus Cristo pôde citar as Escrituras e ser fortalecido por elas. Observamos esta defesa enquanto era tentado pelo diabo (Mateus 4:4,7,10) e no caminho ao Calvário (para que as Escrituras se cumprissem – Mateus 26:54,56). As promessas de Deus são a nossa fonte de poder. Não somos capazes de vencer qualquer tentação sem a sua ajuda. Devemos dedicar tempo ao estudo das mensagens que Deus enviou a seus servos em meio às provas. Consideremos os exemplos de servos como Jó, Davi (Salmos) e os cristãos perseguidos (1 Pedro, Apocalipse, Filipenses). Josué se fortalecia quando trazia as palavras de Deus em sua memória e considerava estas promessas quando ia à batalha (Josué 1:9). Deus promete estar sempre perto e disponível quando tivermos problemas (Salmo 46:1-7). A única maneira de estar contente é confiar nas promessas do Senhor (João 15:5-6).

Deus promete acompanhar-nos até às profundidades das tribulações e levar-nos às alturas da vitória sobre as provas (1 Pedro 5:6-7). Quando existem provações, isto não significa que Deus não esteja conosco (Romanos 8:28-39; Salmo 37:1,11). Somente nós mesmos podemos rejeitar a promessa da vitória no céu com Cristo, e jamais devemos fazer isso (Romanos 8:18).

Precisamos Aprender a Confiar em Deus por Meio da Oração

Durante uma grande tormenta, não seria a melhor ocasião para aprender a navegar em um barco a vela. Quando uma pessoa se encontra em meio a provações não seria esta a ocasião mais adequada para aprender a orar. Quando surgiu a crise mais difícil na vida de Jesus, ele fez o que já era de seu costume: orar (Lucas 22:39-41). Nós devemos aprender agora a confiar no poder da oração. Veja as promessas maravilhosas em Marcos 11:24 e João 14:13-14. Se não pedimos, não receberemos (Tiago 4:2). Isto inclui a confiança na sabedoria de Deus (Mateus 26:39; 1 João 5:14-15; 2 Coríntios 12:7-10) e na bondade de Deus (Mateus 7:7-11). Podemos ficar frente a frente com as provas, confiando na orientação e na correção que vêm de Deus (Salmo 23:4).

Precisamos Aprender a Confiar em Nossos Irmãos na Fé

Não devemos nos isolar quando estivermos sofrendo por causa das provas nesta vida. Nós não devemos nos esquecer do princípio bíblico: “Melhor é serem dois do que um...” (Eclesiastes 4:9-12). Até mesmo Jesus procurou o apoio moral e espiritual de seus discípulos amados (Mateus 26:36-41).

O exemplo de Jesus é um princípio que acredito ser de fundamental importância para o corpo de Cristo (Gálatas 6:2-3). Devemos desenvolver este tipo de comunhão e confiança com os irmãos. A igreja tem um papel importante nesta necessidade fundamental do ser humano, na maioria das vezes melhor do que a própria família. Normalmente é preciso criar a comunhão, pois ela não vai aparecer espontaneamente. Você é o tipo de pessoa que um indivíduo atribulado busca quando tem problemas ou passa por alguma prova?

Conclusão

Oramos? Então vamos semear a semente. Não temos o hábito da oração? Precisamos aprender a orar. Melhor serem dois do que um somente.

por Valmir Sousa
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