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Aprendendo com a Bíblia



Sempre aprendi que a Bíblia é a Palavra de Deus, e que ela é um verdadeiro manual prático para as nossas vidas. E concordo com essa colocação. E vou mais além: muitos de nós, quando lemos seus belos e reveladores textos, temos o hábito de espiritualizar as passagens e, dessa maneira, perdemos uma série de importantes ensinamentos, que nos podem ser extremamente úteis em nossa vida diária.

Todas as vezes em que sou encarregado de pregar a Palavra, tenho a preocupação de estudar com atenção o texto escolhido ( ou determinado), para que possa extrair dele o máximo possível de informações, principalmente aquelas que possam vir a nos ajudar em nossa caminhada do dia-a-dia , e, para isso, sirvo-me de uma leitura mais atenta e do auxílio de comentários diversos.

Na semana passada, ao ser convidado para levar a Palavra a uma igreja, senti em meu coração de estudar melhor o texto do evangelho de Marcos, capítulo 6, versículos 30 a 44, uma passagem conhecida, publicada nos quatro evangelhos, e que mostra um dos milagres de Jesus, quando Ele, dispondo apenas de 5 pães e dois peixes, alimentou uma multidão de cerca de 12 mil pessoas.

O fato aconteceu já no terceiro ano do ministério de Jesus na terra, quando os apóstolos tinham acabado de voltar de Cafarnaum, da sua primeira missão de pregar o evangelho. Com certeza, eles estavam cansados, com fome, com os pés doloridos, já que, naquela época, as viagens eram feitas caminhando.

Como as pessoas viviam rodeando Jesus, o Mestre preferiu leva-los de barco até uma região mais sossegada, para que pudessem descansar um pouco.

Porém, mesmo assim eles foram vistos, e a multidão os seguiu e os cercou pelas margens, ou seja, não houve como ficarem a sós.

Diz o texto que , quando Jesus viu aquelas pessoas, compadeceu-se delas, quer dizer, sentiu amor por elas, porque pareciam um rebanho desgarrado, ‘ovelhas sem pastor’, pessoas que não sabiam para onde ir, a quem recorrer, precisavam de alguém que os desse direção.

E passou a ensiná-las, a discipulá-las.

E, já no final do dia, os discípulos chegam a Jesus e dizem: Mestre, é melhor despedir todo esse povo, para que eles saiam por aí e comprem comida, pois aqui onde estamos não há onde comprar nada.

Naquele momento, parece que aquelas pessoas se tornaram um incômodo para eles.

E para nós, será que as pessoas também são um incômodo ou são merecedoras do nosso amor?

Mas, Jesus, talvez para prova-los, respondeu: por que vocês mesmos não dão comida a essa multidão? (“Deem vocês mesmos comida a eles.” v.37)

E aí, a resposta foi aquela que nós mesmos daríamos: como? Com que dinheiro? Nós não temos dinheiro para comprar comida para todo esse povo. Não, nós não temos como! Era muita gente. 5 mil homens, fora as mulheres e crianças. O que fazer?

Mas, Jesus não se abalou diante da dificuldade.

E perguntou :”Quantos pães vocês têm ?” A resposta daria para desanimar a qualquer um, menos ao mestre: 5 pães e dois peixes.

Imagino a expressão daqueles homens naquele momento, imaginando o que Jesus iria fazer com 5 pães e dois peixes para que pudessem alimentar a todo aquele povo. Será que acreditaram que isso seria possível? Será que olharam para Jesus desconfiados?

Mas, o Filho de Deus não se abalou: dividiu toda aquela gente em grupos de 100 e de 50 e mandou que se sentassem. E , depois de dar graças, partiu aqueles pães e peixes, e mandou que os apóstolos os distribuíssem pelo povo.

E diz o texto, que todos comeram e ficaram satisfeitos!

E mais, diz ainda que sobraram 12 cestos cheios de pão e peixe!

Essa passagem, muito mais do que simplesmente narrar um dos milagres de Jesus, pode nos ensinar outras coisas importantes.

Podemos tirar como lição o fato de que, como discípulos de Cristo, não devemos nos preocupar com o nosso sustento, devemos servi-Lo conscientes de que, se buscarmos ao Reino em primeiro lugar , não nos faltarão meios para suprirmos as nossas necessidades básicas (Mt6.31-33). Assim, devemos encarar o trabalho para Cristo sem a preocupação com a falta do essencial em nossas vidas, pois, se o Mestre com apenas 5 pães e dois peixes alimentou toda aquela multidão, o mesmo Ele pode fazer por todo o Seu povo.

Outra lição que aprendemos, está implícita no versículo 37 (“Deem vocês mesmos comida a eles”). Muitas vezes, pensamos que alimentar as multidões não é tarefa nossa. E quando digo alimentar, penso , também , no alimento físico, como foi o caso naquele dia. Jesus, primeiramente alimentou o povo com os seus ensinamentos, e, depois, com pão e peixe.

Creio que essa passagem deixa claro a nossa responsabilidade com a evangelização e com o alimento do corpo também, como o Mestre determinou aos seus apóstolos. Claro que quem operou o milagre foi Ele, porém, o trabalho foi feito pelos discípulos.

Me chama a atenção, ainda, o escrito nos versículos 39 e 40, quando Jesus manda que o povo se sentasse na relva em grupos de 50 e de 100, para que pudessem receber o alimento.

Claro que, como Deus, Ele teria condições de alimentar toda aquela gente de várias maneiras, mas o Mestre pediu que eles se organizassem. Com certeza, fica aí uma mensagem de que, para que haja eficácia na Obra, deve haver organização. Mais uma vez, na Bíblia, vemos o povo sendo dividido em grupos menores , para que pudessem ser melhor atendidos. Essa mensagem pode nos remeter ao trabalho que efetuamos hoje (igreja local),que, com certeza, se for feito de forma sistemática, trará melhores resultados.

Também me chamou a atenção o escrito no versículo 41, quando Jesus abençoa os alimentos, os parte e entrega aos discípulos, para que esses os distribuíssem à multidão. Creio que, aqui, o Mestre nos deixa claro, mais uma vez, de que a Sua vontade é que nós façamos o trabalho. Ele abençoa os alimentos, mas somos nós que os distribuímos. Sem a benção de Jesus, não há o que distribuir. Portanto, qualquer trabalho na construção do Reino, antes deve passar pela benção de Cristo para que possa atingir as pessoas. Nada podemos fazer sem a Sua benção.

Outra lição importante está no versículo 42 ( “Todos comeram e ficaram satisfeitos”). Apesar de , inicialmente, serem apenas 5 pães e dois peixinhos, depois de abençoados por Jesus aqueles alimentos foram suficientes para toda aquela multidão. Quando colocamos perante o Senhor as nossas necessidades, Ele cuidará para que sejam atendidas. Se cada cristão no mundo colocasse o pouco de que possa dispor nas mãos de Cristo, haveria alimento para todos ! É só confiar Nele!

Constatamos, também, na leitura do verso 43, que todos se fartaram e que ainda sobraram 12 cestos cheios, que foram recolhidos para que não houvesse desperdício. Deus é generoso! Sempre nos abençoa com mais do que precisamos, mas nos ensina que não deve haver desperdício. Aprendo que temos desagradado ao Senhor com muitas atitudes que tomamos hoje, seja em nossas casas ou na vida que levamos. Os homens tem usado e abusado dos recursos naturais, gastamos mais água do que deveríamos, não tratamos convenientemente os esgotos, não reciclamos todo o lixo que poderíamos, enfim, creio que nesse texto há uma importante mensagem sobre como devemos aproveitar o máximo os recursos de que dispomos.

Mas, creio que o mais importante ensinamento dessa passagem , está no versículo 31, onde vemos que Jesus reuniu os discípulos e os levou de barco para um lugar calmo, para que pudessem descansar.

Quantas vezes isso também acontece conosco? Paramos para descansar, enquanto que as multidões estão por aí, perdidas como ovelhas sem pastor. Paramos para descansar, enquanto as multidões estão por aí, famintas, não só de salvação, mas de alimento mesmo. E os cristãos descansam...

Não, mesmo cansados da jornada da qual retornavam, eles decidiram não descansar.
Há muito o que fazer, multidões para ensinar e alimentar. Não, não podemos parar.. Mesmo que nossos pés estejam doloridos, o corpo , cansado das jornadas diárias, existem muitas ‘ovelhas sem pastor’ necessitadas da nossa ajuda e trabalho. Sim, Jesus opera o milagre, porém a tarefa de levar o alimento é nossa.

Que cada um possa meditar e mudar de atitude, para que as multidões possam receber o alimento de que tanto necessitam.


Fernando Marin
fonte:
circuloteologico.blogspot.com
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O que a Bíblia ensina sobre marcar datas




O que Jesus ensinou sobre marcar datas?
Nosso Senhor foi bem enfático ao ensinar sobre Sua volta. Em pelo menos cinco passagens (sete, se forem incluídas passagens paralelas), Jesus advertiu os discípulos e crentes contra marcar datas. Mas, como já vimos, em toda a história da Igreja houve uma quantidade incrível de especulações relativas a datas.

Jesus enfatizou a profecia e o entendimento dela nos Seus ensinamentos. Ele não evitou nem descartou sua relevância; fez exatamente o oposto. Ele enfatizou a importância da profecia para entendermos Sua vida e Seu ministério. Mas também explicou que há alguns aspectos do futuro que não podem ser conhecidos com precisão. Sua volta é certa, mas o momento exato não. Jesus entendia a vontade humana de conhecer o futuro, mas não permitiu que Seus seguidores caíssem nas tentações dos videntes:

Mateus 24.36: “Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão o Pai” (Marcos 13.32 é uma passagem paralela idêntica).
Mateus 24.42: “Portanto, vigiai, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor”.
Mateus 24.44: “Por isso ficai também vós apercebidos; porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá”.
Mateus 25.13: “Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora”. (Marcos 13.33-37 é uma passagem paralela.)
Atos 1.7: “Respondeu-lhes: Não vos compete conhecer tempos ou épocas que o Pai reservou pela sua exclusiva autoridade”.

Essas passagens são proibições absolutas de marcar datas. Alguns estudiosos de profecia disseram que estes versículos ensinam que era impossível saber a data na igreja primitiva, mas que nos últimos dias algumas pessoas saberão. Outros estudiosos disseram que estes versículos ensinam que ninguém sabe o dia nem a hora, exceto aqueles que forem capazes de descobri-los usando algum esquema cronológico. Ambos estão absolutamente errados! A data da volta de Cristo é uma questão de revelação de Deus. Ele decidiu não revelar isso nem para Cristo durante Sua humanidade em Sua primeira vinda (Mateus 24.36). Se o Pai não o revelou ao Filho na Sua humanidade, por que alguém pode crer que o Pai lhe revelaria isso? Jesus deixa bem claro: “Não!”

O que mais a Bíblia ensina sobre profecias?
O ensinamento de Cristo é reforçado também em outras partes das Escrituras. Em 1 Tessalonicenses 5.1-2, Paulo reafirma as palavras de Jesus com relação à incerteza da hora da Sua volta: “Irmãos, relativamente aos tempos e às épocas, não há necessidade de que eu vos escreva; pois vós mesmos estais inteirados com precisão de que o dia do Senhor vem como ladrão de noite.”

Por isso ficai também vós apercebidos; porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá.
Algumas pessoas acreditam que há passagens na Bíblia que ensinam que os crentes poderão saber a data da volta de Cristo. Examinaremos algumas dessas passagens para mostrar como aqueles que defendem a marcação de datas usaram os vários versículos de forma errada em suas tentativas de conseguir legitimidade para suas posições. A Bíblia não contém contradições internas. É errado pensar que as Escrituras dizem que “ninguém pode saber”, mas também afirmam que algumas pessoas conseguirão descobrir.

A primeira passagem ocasionalmente citada é Lucas 21.28: “Ora, ao começarem estas cousas a suceder, exultai e erguei a vossa cabeça; porque a vossa redenção se aproxima.” Algumas pessoas ensinaram que essa passagem implica uma permissão para marcar datas. Mas indicadores contextuais importantes são esquecidos em tal argumento. Estes indicadores incluem o fato de que a passagem se refere aos crentes judeus durante a futura tribulação de sete anos, que, logo antes da segunda vinda de Cristo, devem vigiar,não marcar datas, enquanto passam pelo período final de severa perseguição. Isso não está relacionado a marcar datas durante a atual era da Igreja, já que está relacionado a eventos durante a tribulação de sete anos. Quando a tribulação começar, será possível saber a hora da vinda de Cristo. Mas, isso não tem nada a ver com os crentes hoje que estão vivendo durante a era da Igreja (não na tribulação). A era da Igreja termina com o arrebatamento, que é um evento sem sinais. Então não há maneira de ligar, especificamente, eventos da nossa época com os da tribulação para marcar uma data. Devemos vigiar e esperar a volta do nosso Senhor no arrebatamento justamente porque não podemos marcar datas.

Uma segunda passagem citada algumas vezes é Hebreus 10.25b: “antes, façamos admoestações, e tanto mais quanto vedes que o dia se aproxima.” Alguns ensinam que isso implica que os crentes podem ver ou saber que “o dia” (a segunda vinda) está se aproximando. Enquanto alguns interpretam “o dia” como uma referência à segunda vinda, achamos que o contexto imediato e o contexto do livro de Hebreus indicam uma advertência aos crentes judeus antes da destruição de Jerusalém e do templo em 70 d.C. Trata-se de uma advertência para não voltarem para o judaísmo (i.e., apostatarem) já que o futuro próximo continha apenas castigo para os judeus que rejeitaram Jesus como seu Messias. Então “o dia” não é uma referência à segunda vinda mas sim à destruição de Jerusalém pelos romanos em 70 d.C. Se essa passagem realmente se refere à segunda vinda, uma vez mais, não haveria base para ligar um fator específico que sirva para marcar a data da segunda vinda. A afirmação geral “tanto mais quanto vedes que o dia se aproxima” não quer dizer que saberemos especificamente quando Ele vem, assim como alguém que vê a chegada de uma tempestade e não sabe a hora exata em que vai chover no lugar onde está.

Quando a tribulação começar, será possível saber a hora da vinda de Cristo. Mas, isso não tem nada a ver com os crentes hoje que estão vivendo durante a era da Igreja.
Uma terceira passagem que às vezes é mencionada é 1 Tessalonicenses 5.4:“Mas vós, irmãos, não estais em trevas, para que este dia, como ladrão, vos apanhe de surpresa.” Ensinava-se, com base nessa passagem, que os crentes saberiam a data “do dia” [i.e., “o dia do Senhor” (veja 1 Tessalonicenses 5.2)] para não serem pegos de surpresa. Mas esta interpretação atribui o sentido errado ao ensinamento de Paulo. Paulo está dizendo que os tessalonicenses não serão surpreendidos porque estão preparados pelo fato de serem crentes. O Senhor cuidará de todos os crentes (acreditamos que através do arrebatamento pré-tribulacional), de forma que, ao contrário do descrente que estará despreparado e será pego de surpresa, o crente estará preparado.
Que perigo existe em estudar profecias e marcar datas?
Não há perigo em estudar profecias. Na verdade, não podemos ignorar as profecias e o estudo correto da Bíblia, mas não podemos cair na armadilha de marcar datas. A Bíblia ensina claramente que a Palavra de Deus é suficiente para tudo o que precisamos a fim de vivermos uma vida que agrade a Cristo (2 Timóteo 3.16,17; 2 Pedro 1.3,4). Isso significa que se algo não é revelado a nós na Bíblia, não é necessário para cumprir o plano de Deus em nossas vidas. A data da volta de Cristo não é dada na Bíblia, então, apesar do que algumas pessoas possam dizer, não é importante conhecê-la para agradar a Deus. O Senhor disse a Israel: “As coisas encobertas pertencem ao Senhor nosso Deus; porém as reveladas nos pertencem a nós e a nossos filhos para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei” (Deuteronômio 29.29). A data da vinda de Cristo não foi revelada; é um segredo que pertence somente a Deus.

Já que a Bíblia proíbe marcar datas, o que ensina?

Muitas das mesmas passagens que proíbem marcar datas nos instruem sobre o que fazer até que o Senhor volte. Por exemplo, Mateus 24.42 não só adverte: “porque não sabeis em que dia vem o nosso Senhor”, mas também exorta os crentes a “vigiar”. Mateus 24.44 manda os crentes “ficarem apercebidos” porque “à hora em que não cuidais, o Filho do homem virá.” E também Mateus 25.13 nos exorta a vigiar “porque não sabeis o dia nem a hora.”

O alerta ao qual os crentes são chamados não é de marcar datas, mas de esperar o Salvador (já que não sabemos quando Jesus voltará). Devemos ficar alertas, ao contrário dos descrentes que ficam dormindo, em relação às coisas de Deus. Devemos ficar alertas a fim de vivermos piedosamente até o Senhor voltar porque estamos na noite escura desta era maligna, que exige uma vigilância ativa contra o mal.


O alerta ao qual os crentes são chamados não é de marcar datas, mas de esperar o Salvador.
Se a Igreja soubesse o dia ou a hora do arrebatamento, a iminência, a posição que os crentes pré-tribulacionistas têm em relação ao arrebatamento, seria destruída. A iminência bíblica ensina que Cristo pode, mas não precisa, vir a qualquer momento. Isso também significa que não há sinais que precisam ser cumpridos para o arrebatamento acontecer. Então, Cristo poderia literalmente vir hoje ou neste exato momento ou instante. Todas as tentativas de marcar datas destróem essa iminência. Se alguém ensinasse que o arrebatamento aconteceria num dia, mês, ou ano específico, então isso significaria que Cristo não poderia vir antes dessa data. E, assim, o arrebatamento não poderia ser iminente, já que Cristo não viria até essa data específica. A iminência é importante porque geralmente está relacionada a mandamentos de vida santa. Por isso, marcar datas também tem um impacto negativo na ética.

Ao mesmo tempo que marcar datas é claramente proibido na Palavra de Deus, acreditamos que é válido entender que Deus está preparando o cenário para Seu grande programa do fim dos tempos. O que isso significa? Como mencionamos anteriormente, o arrebatamento é um evento sem sinais, então é impossível identificar sinais específicos que indiquem sua proximidade. É por isso que todas as tentativas de datar o arrebatamento aplicaram erroneamente à Igreja passagens relacionadas ao plano de Deus para Israel. Um exemplo deste erro seria dizer que as festas de Israel (i.e., Rosh Hashanah) estão relacionados com a marcação da data do arrebatamento como observado acima. Mas, já que a Bíblia descreve os participantes, os eventos, e as nações envolvidas na tribulação final, podemos ver a preparação de Deus para os últimos sete anos das setenta semanas de Daniel para Israel.

Por exemplo, o fato de que Israel foi restabelecido como nação e agora controla Jerusalém é uma indicação forte de que a era da Igreja está chegando ao fim (Isaías 11.11-12.6; Ezequiel 20.33-44; 22.17-22; Sofonias 2.1-3). Mas isso só pode ser uma indicação geral, já que nenhum cronograma é dado especificamente para a atual preparação do cenário. Não podemos saber com certeza que somos a última geração antes do arrebatamento porque Deus pode resolver “preparar o cenário” durante os próximos 100 anos ou mais. O Dr. Walvoord diz corretamente:

Não há base bíblica para marcar datas para a volta do Senhor nem para o fim do mundo...
Os intérpretes estão percebendo cada vez mais uma correspondência surpreendente entre a tendência óbvia dos eventos mundiais e o que a Bíblia previu séculos atrás.

Jesus Cristo voltará!
É nossa responsabilidade estar preparados para essa volta e para proclamar a salvação que Ele oferece, a fim de que outros também estejam preparados.


Thomas Ice e Timothy Demy -

fonte:
http://www.chamada.com.br/
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A questão do Sangue e a Bíblia


O que devo fazer? Meu filho está respirando com muita dificuldade. Sua contagem sangüínea está perigosamente baixa. Seu ritmo cardíaco já é de 200p/min, e está aumentando. Os médico nos disseram que se não houver uma transfusão, ele morrerá de insuficiência respiratória e parada cardíaca. Expansores de plasma não ajudarão a esta altura, ele precisa de mais glóbulos vermelhos. Horrivelmente pálido e com os olhos muito abertos, ele olha para mim e sussurra: "Ajude-me papai". Devo deixar meu filho morrer, baseado na palavra de uma organização que tem frequentemente mudado sua opinião sobre transplante de órgãos, vacinas, deveres civis?

Devo deixar meu filho, minha criança morrer? É isto realmente que Jeová espera que eu faça? Como me sentirei se a proibição do sangue se tornar apenas mais uma velha doutrina da STV (Sociedade Torre de Vigia)? Serei capaz de me perdoar?

Esse deve ter sido o dilema na mente de algumas testemunhas-de-jeová quando teve de se deparar com a necessidade clínica da transfusão ou reposição sangüínea.

Quando a transfusão de sangue foi proibida pelo Corpo Governante, grupo de lideranças internacionais das testemunhas-de-jeová, a vacinação e a inoculação de soros já eram proibidas. Com base em Atos 15.20,29, "Na verdade pareceu bem ao Espírito Santo e a nós, não vos impor mais encargo algum, senão estas coisas necessárias: Que vos abstenhais das coisas sacrificadas aos ídolos, e do sangue...", afirmaram que a transfusão de sangue também era antibíblica, pois era ó mesmo que comer o sangue.

Como tudo que é definido arbitrariamente por esse grupo de "teólogos", esse ensinamento absurdo também foi amplamente aceito e divulgado inquestionavelmente pelos membros dessa seita em todo o mundo, gerando forte reação por parte da classe médica e das autoridades governamentais. Mas nada disso fez que mudassem de opinião.

Basicamente, a STV (Sociedade Torre de Vigia), sede mundial das testemunhas-de-jeová no Brooklin (EUA), argumentou este ensinamento da seguinte maneira:

"Um paciente no hospital pode ser alimentado pela boca, pelo nariz ou pelas veias. Quando soluções de açúcar são dadas por via intravenosa, isso é chamado alimentação intravenosa. Portanto, a própria terminologia do hospital reconhece como alimentação o processo de colocar nutrição em nosso sistema pelas veias. Conseqüentemente, o enfermeiro que administra a transfusão está alimentando o paciente com sangue por via intravenosa, e o paciente que recebe o sangue está comendo pelas veias"1 (grifo nosso).

Atualmente, a STV traz o mesmo ensinamento, estabelecendo entre seus membros (sócios) que toda a recepção interna de substância orgânica de outro ser vivo, inclusive o sangue, não difere em nada de qualquer refeição feita naturalmente por via oral. Outra analogia que usam para estabelecer a idéia de que a transfusão intravenosa é o mesmo que a ingestão de sangue diz:

"Algumas pessoas podem raciocinar que receber uma transfusão de sangue realmente não é comer. Mas não é verdade que quando um. paciente está impossibilitado de comer pela boca, os médicos freqüentemente alimentam-no pelo mesmo método que uma transfusão de sangue é administrada? Examine as- Escrituras cuidadosamente e note que elas nos dizem para nos mantermos livres de sangue e nos abstermos de sangue (At 15.20, 29). O que significa isso? Se um médico lhe dissesse para se abster de álcool, será que isso significaria simplesmente que você não deveria tomar álcool pelo meio natural, ou seja, pela boca, mas que poderia transfundi-lo diretamente nas suas veias? É claro que não! Assim também se abster de sangue significa não introduzi-lo nos nossos corpos de modo nenhum"2 (grifo nosso).

Uma pessoa desavisada que for abordada com essas argumentações e exemplos, certamente ficará muito confusa e será facilmente seduzida, pois parecem muito racionais. Mas se submetermos esses argumentos a uma contra-refutação, logo perceberemos o quanto são frágeis e desprovidos de lógica e honestidade intelectual. Vejamos:

Vamos considerar dois pacientes em um hospital. Um deles com grave desnutrição e o outro, vítima de um terrível acidente no qual perdeu muito sangue. Se transfusão de sangue é o mesmo que alimentação via oral, ou vice-versa, conforme afirmam as testemunhas-de-jeová, poderia um médico salvar esses pacientes ministrando uma rica e equilibrada refeição ao acidentado e uma vigorosa transfusão de sangue ao pobre desnutrido? É obvio que não!

Qualquer médico de bom e são juízo, submeteria a vítima de acidente a uma imediata reposição sangüínea e ao paciente desnutrido seria ministrada uma alimentação rica em nutrientes necessários à sua reabilitação física.

Isso prova definitivamente que transfusão intravenosa não é o mesmo que ingestão via oral, como fazem parecer as testemunhas-de-jeová. O sangue, pelo sistema circulatório, leva a todos os órgãos do corpo humano oxigênio e nutrientes vitais, indispensáveis à vida, mas não pode substituir os alimentos digeridos pelo processo digestivo natural. (veja em nosso site-www.icp.com.br simulação da circulação sangüínea.)

O Corpo Governante adotou ainda o argumento do médico Jean Baptiste Denys, do século XVII, um dos pioneiros na técnica de transfusões, que se pronunciou da seguinte forma:

"Ao realizar uma transfusão, isso nada mais é do que nutrir por meio de um caminho mais curto do que o normal, ou seja, colocar nas veias sangue já feito em vez de tomar alimento, que só depois de várias mudanças se transforma em sangue".

A citação de Denys, todavia, não encontra hoje sequer apoio entre os médicos ligados à STV, visto que o juramento que se faz quando se conclui um curso de medicina isenta o formando de quaisquer vínculos religiosos, restando-lhe apenas responder da forma mais responsável possível pelas vidas que lhe forem confiadas no transcurso de sua carreira que será fatalmente quebrada se obedecerem tal determinação da STV. Ou seja, em vez de salvarem uma vida, poriam a mesma a perder. Qualquer pessoa sabe que para o sangue se tornar alimento deve ser ingerido como tal, ingressando no organismo pela boca, descendo até o aparelho digestivo, onde será processado e transformado, em sua parte proveitosa, em nutrientes: Efeito que não se alcança na transfusão intravenosa.

Todos esses absurdos engendrados pelo Corpo Governante formaram um obstáculo quase que intransponível na história das Testemunhas de Jeová, uma vez considerada a hipótese de se extinguir tal doutrina, como ocorreu no passado com a proibição da vacina e do transplante de órgãos, agora liberados. Obviamente, quando isso acontecer, a STV se defrontará com um colapso sem precedentes entre seus membros em todo o mundo. Dada tamanha problemática, não é de se estranhar a ânsia encontrada nas publicações das Testemunhas de Jeová sobre a possibilidade, hoje real, da confecção de sangue artificial.

O QUE FOI PERMITIDO E O QUE FOI PROIBIDO

Para que possamos entender melhor esse assunto, analisaremos, a seguir, detalhadamente, todo o processo no tocante a esta questão da transfusão e o quanto há de contradições no mandamento da STV Abaixo, a tabela composta pelas Testemunhas de Jeová sobre a composição do sangue:

Os principais componentes do sangue

• Plasma: Cerca de 55% do sangue. É constituído por 92% de água, o resto é constituído por proteínas complexas, tais como globulina, fibrinogênio e albumina.

• Plaquetas: cerca de 0.17% do sangue.

• Glóbulos Brancos: cerca de 1 %.

• Glóbulos Vermelhos: cerca de 45%.


Assim, o Corpo Governante passa a classificar as substâncias contidas no sangue como maiores ou menores, o que, notadamente, revela a forma arbitrária e irresponsável com a qual a STV trata seus seguidores.

Fica claro, ainda, que este "escape" teve de ser providenciado para que se reduzisse o número de baixas entre seus seguidores. Tal providência, obviamente, foi tomada de forma sutil para não despertar a indignação dos inúmeros adeptos da seita que, por obediência aos dirigentes internacionais, sepultaram muitos entes queridos, os quais não teriam morrido se não houvesse tão equivocada interpretação.

1. A questão do plasma

A inconsistência da política doutrinária, da STV quanto a componentes aceitáveis e não aceitáveis é bem ilustrada pela sua política quanto ao plasma. Como se pode ver nas informações extraídas da edição de 22 de outubro de 1990 da revista Despertai! (ver p. 49), o plasma constitui cerca de 55% do volume do sangue. Evidentemente, segundo o critério do volume, é colocado na lista de "componentes maiores", assim proibidos pela Torre de Vigia.

No entanto, o plasma é formado por 92% de água simples, o que nos leva a perguntar: quais são os componentes dos aproximadamente 8% restantes? Os principais são albumina, globulina (da qual as imunoglobulinas são as partes mais importantes), fibrinogênio e fatores de coagulação (usados nas soluções hemofílicas). Estes são precisamente os componentes que a organização põe na lista dos que são permitidos aos seus membros!

Veja o leitor o absurdo! O plasma, como um todo, é proibido, apesar de seus componentes principais serem permitidos, desde que sejam introduzidos no corpo separadamente.

É como se alguém fosse proibido pelo médico de comer sanduíches de queijo e presunto, mas se separar os componentes do sanduíche, ou seja, o pão, o queijo e o presunto, então poderá comê-los. Uma lógica que apenas as vítimas da STV conseguem aceitar.

2. A questão dos leucócitos

Os leucócitos, muitas vezes chamados de "células brancas do sangue" (glóbulos brancos), também são proibidos. Na realidade, o termo "células brancas do sangue" é muito relativo, pois a maioria dos leucócitos existe de fato fora do sistema sangüíneo. O nosso corpo contém aproximadamente 2 a 3 quilos de leucócitos, e apenas cerca de 2 a 3% dos leucócitos estão no sistema sangüíneo. A porcentagem restante (cerca de 97% a 98%) está espalhada por todo o tecido do corpo, formando o sistema de defesa (ou imunológico).

Dado tal aspecto e considerando que a STV passou a autorizar o transplante de órgãos, há nessa mudança de opinião outra contradição, uma vez que, em um transplante, o paciente pode receber muito mais leucócitos do que em uma transfusão de sangue.

A ausência de quaisquer bases morais ou lógicas para essa proibição é também vista no fato de o leite humano conter leucócitos, e, de fato, há mais leucócitos em um litro de leite do que se pode encontrar em um litro de sangue. O sangue contém de 4 a 11 mil leucócitos por milímetro cúbico, enquanto o leite materno pode conter, durante os primeiros meses de aleitação, até 50 mil leucócitos por milímetro cúbico. Isto representa entre cinco a doze vezes mais do que a quantidade presente no sangue. E agora? Os bebês das testemunhas-de-jeová também mamam.

3. A proibição ao armazenamento de sangue

Outra contradição gritante é o fato de a STV utilizar a lei de Moisés como fundamento para proibir a reposição de sangue. Com base em Deuteronômio 12.16, afirma que todo o sangue deve ser derramado no chão, e que é contrário à Bíblia o seu armazenamento, como acontece nos respectivos bancos de coletas.

Diante dessa questão, considere agora os fatos seguintes com respeito aos componentes do sangue aceitos pela STV, ela cai em sua própria armadilha:

• Componente Albumina - A albumina permitida pelas testemunhas-de-jeová é usada principalmente em tratamentos relacionados com queimaduras e hemorragias graves. Uma pessoa com queimadura de terceiro grau em 30% a 50% do corpo, necessita de 600 gramas de albumina. São necessários entre 10 e 15 litros de sangue para produzir essa quantidade.

• Componente Imunoglobina - A situação é semelhante no caso da imunoglobina (anticorpos). Para produzir anticorpos em quantidade suficiente para uma vacina que as pessoas (incluindo as testemunhas-de-jeová) que viajam para certos lugares devem tomar como proteção contra a cólera, são necessários perto de 3 litros de sangue como fonte do fornecimento. Isto é ainda mais sangue do que geralmente se emprega em uma transfusão. E, de novo, os anticorpos são extraídos de sangue armazenado.

• Componentes preparados hemofílicos - Por último, os preparados hemofílicos. Antes de essas substâncias começarem a ser usadas, o tempo médio de vida de um hemofílico, na década de 40, era 16 anos e meio. Hoje, graças a essas substâncias derivada do sangue, um hemofílico pode alcançar o tempo normal de vida. Para produzir essas substâncias, estima-se que são necessários 100 mil litros de sangue armazenado.

Perguntamos, então: porque a STV aceita que seus membros se beneficiem desses tratamentos, uma vez que, para isso, são utilizadas grandes quantidades de sangue armazenado, doado voluntariamente por milhares de pessoas movidas simplesmente por um ato de solidariedade, gesto este não repetido por nenhuma testemunha-de-jeová? Isso é justo?


DANDO AS COSTAS PARA DEUS?

A publicação das testemunhas-de-jeová intitulada Raciocínios à base das Escrituras, quando apresenta seus argumentos quanto à transfusão de sangue, descrevendo o tratamento que deve ser dado àqueles que os indagam dizendo: "O que fará se um médico disser: Morrerá se não tomar transfusão", sugere como resposta: "Se a situação for realmente tão grave, poderá o médico garantir que ele não morrerá se tomar sangue? [...] Mas há alguém que pode restituir a vida à pessoa, e esse é Deus. Não acha que, quando a pessoa enfrenta a morte, seria uma péssima decisão dar as costas a Deus, violando a sua lei? Eu tenho realmente fé em Deus, e você?"5 (grifo nosso).

O próprio Jesus Cristo deu exemplo de uma pessoa que, para não desfalecer faminto, transgrediu a Lei e ficou sem culpa. Trata-se de Davi. Ao chegar ao sacerdote Aimeleque, ele e seus companheiros tomaram dos pães da proposição (os quais, segundo Marcos 2.25-26, não era lícito que Davi e seus homens comessem -1 Sm 21.6) e rememoraram a Lei descrita em Levítico 24.5-9.

Ainda na referida obra, Raciocínios à base das Escrituras, sugerem o seguinte como resposta: "Isso talvez signifique que ele não saiba tratar do caso sem uso de sangue. Quando possível, procuramos pô-lo em contato com um médico que tenha a experiência necessária, ou então procuramos outro médico".6

Como é sabido, a inobservância das diretrizes ditadas pela STV implica em sérias punições para seus sócios, o que acaba levando muitos deles a tomarem atitudes que beiram à loucura, quando seguem rigorosamente essas normas.

Baseada na hipótese de o receptor correr o risco de contaminação pelo vírus HIV na transfusão e/ou reposição sanguínea, amedronta ainda mais seus membros. A exploração apelativa dessa remota possibilidade tem afetado, não somente entre seus seguidores, mas na sociedade como um todo, a boa vontade e caridade de muitos que sinceramente desejam ajudar seu semelhante, doando daquilo que possui como bem físico maior.


Alguns artigos destacados pela organização das testemunhas-de-jeová:

"O sangue tornou-se um negócio de dois bilhões de dólares por ano. A busca de lucros relacionados com ele resultou numa gigantesca tragédia na França. Sangue contaminado com o vírus HIV causou a morte de 250 hemofílicos por doenças ligadas à AIDS, e centenas mais foram infectados".7

"Uma aliança maligna de negligência médica e ganância comercial levou à morte cerca de 400 hemofílicos alemães, e pelo menos mais 2000 foram infectados com sangue contaminado com o HIV".8

"O Canadá teve também o seu escândalo do sangue. Estima-se que mais de 700 hemofílicos canadenses tenham sido tratados com sangue infectado com o HIV O governo foi alertado em julho de 1984 de que a Cruz Vermelha estava distribuindo sangue contaminado com AIDS a hemofílicos canadenses, mas os produtos de sangue contaminado só foram retirados do mercado um ano depois, em agosto de 1985"9

Poderíamos, então, perguntar a uma testemunha-de-jeová: por que você teme tanto esse risco de contaminação? Não foi você mesma que afirmou, minutos atrás: "...Eu tenho realmente fé em Deus..."?10

Para demonstrar o quanto é falso esse temor induzido pela STV em seus membros, apresentamos na página seguinte o quadro comparativo do grau de risco fatal que se encontra na transfusão e em outros procedimentos médicos:

Como se nota, uma dose de antibiótico à base de penicilina para tratar uma mera infecção de garganta pode, caso não haja a prudência do teste prévio, levar o organismo a uma reação fatal ou a seqüelas, um risco 22 vezes maior do que o ato de transfusão de sangue, o que demonstra mais uma incoerência das Testemunhas de Jeová.


O VEREDICTO BÍBLICO

Com a finalidade de proibir a transfusão e a reposição de sangue, a STV faz uso indevido de Gênesis 9.4: "Somente a carne com sua alma - seu sangue - não deveis comer", e Atos 15.20: "Mas escrever-lhes que se abstenham das coisas poluídas por ídolos, e da fornicação, e do estrangulado, e do sangue". Versículos que tratam da proibição do uso de sangue animal na alimentação, afirmando que aceitar sangue de qualquer modo é o mesmo que comê-lo. Todavia, o contexto desses versículos esclarece que jamais poderia ele ser usado isoladamente para a discutida finalidade. Aos cristãos ficou apenas estabelecido que se abstenham do uso de sangue como comida.

Esses versículos também sofreram uma interpretação errônea quando utilizados para proibir a vacinação, que permaneceu "fora do alcance" das testemunhas-de-jeová por muito tempo". Mantiveram esse posicionamento por mais de 20 anos, quando então o aboliram em A Sentinela de janeiro de 1954, p.15.

Quanto ao transplante de órgãos, A Sentinela de 1 de junho de 1968, p. 349, considera esse procedimento médico tão repugnante quanto o canibalismo, uma prática comum entre os povos bárbaros.

Está suficientemente claro para qualquer leitor da Bíblia, por mais simples que seja, que as citações bíblicas de Atos 15.20, Gênesis 9.4 e Levítico 17.10-14 referem-se, em um primeiro momento, à proibição de comer sangue de animal. Jamais esteve em foco a idéia de comer sangue humano.

A Bíblia não permite o canibalismo, isto é, o ato de comer carne humana, muito menos o ato de comer sangue humano. E mesmo o conceito médico de alimentação endovenosa, utilizado pelas Testemunhas de Jeová, pode até ser "alimentar", mas não é comer, o que escapa da proibição objetiva da Palavra de Deus.

Considere-se, ainda, que a técnica de transfusão ou reposição não se enquadra no ato de consumo intencional por parte daqueles que o fazem por meio dos gêneros alimentícios que levam sangue em sua receita, como no caso do chouriço (mistura de sangue suíno acrescido de açúcar). Um doador e um receptor jamais cogitam que o sangue doado será objeto de solução para famintos. Antes, terá o nobre propósito de salvar a vida daquele que se vê necessitado dele para fins estritamente medicinais.


Em uma consideração mais teológica, o motivo pelo qual Deus vetou aos homens o consumo de sangue está diretamente relacionado à santidade que este fluído possuía, em especial nos rituais sacrificais do tabernáculo, observando que a regra remonta aos tempos de Noé (Gn 9.4), quando se acha frisado que a vida do animal reside em seu sangue. Esta mesma santidade deriva do fato de que era o sangue que Deus exigia para si como forma de expiação de pecados. O sangue era apresentado no altar do Senhor.


VOCÊ SABIA?

• O sangue é um tecido vivo produzido pela medula óssea de alguns ossos.

• O corpo humano carrega cerca de 4 litros de sangue. Eles irrigam uma rede de 200 mil quilômetros de artérias, veias e capilares, o suficiente para dar 5 voltas ao redor da Terra.

• A aorta é a maior artéria do corpo. Ela mede 5 centímetros de diâmetro e distribui o sangue em todas as partes do coração.

• O sangue circula a uma velocidade de 2 quilômetros por hora. Demora, portanto, 15 segundos para chegar de uma mão à outra e 2 segundos dos quadris aos pés.

• A primeira transfusão de sangue realizada com sucesso se deu em 1665, quando Richard Lower, membro de uma associação médica de londrina, transfundiu sangue de um cão a outro.

• Doar sangue não vicia, não engorda, não emagrece, não engrossa o sangue, nem afina a pele. Doar uma vez não obriga você a doar sempre, você apenas doará novamente se quiser.

• O coração humano funciona no ritmo de 72 batidas por minuto, 104 mil por dia, 38 milhões por ano e algo em torno de 2,5 bilhões de pulsações ao longo da vida.

• Ele bombeia 85 gramas de sangue a cada batida, o que equivale a mais de 9 mil litros de sangue por dia.

• Ao longo da vida o coração bombeia uma quantidade de sangue equivalente para encher 23 mil caminhões-tanque com capacidade de 10 mil litros cada.

• Em cada minuto, o coração lança 5 litros de sangue no corpo e bombeia 400 litros de sangue por hora.

• O coração de um homem adulto e do tamanho de um punho fechado e pesa apenas 340 gramas. O coração da mulher é um pouco mais acelerado; em 1 minuto, bate 8 vezes mais que o do homem. Nos recém-nascidos bate 120 vezes por minuto.

Fonte: Fundação Pró-Sangue

Ainda neste âmbito, todo homem era obrigado a derramar o sangue de um animal que não prestasse para o sacrifício. Uma vez que todo o sangue fosse derramado no chão, deveria ser coberto com pó, conforme rege Levítico 17.13.

Em contestação aos conceitos da STV, encontramos nas palavras do Senhor Jesus, em João 15.13, uma contundente declaração de que, se assim for necessário, a própria vida de alguém deve, como prova de extremo amor, ser entregue por seus amigos, declaração que se acha anotada com semelhante teor na TNM, onde se lê: "Ninguém tem maior amor do que este, que alguém entregue a sua alma (vida) a favor de seus amigos".

Essa expressão está em perfeita conformidade com toda a doutrina sacrifical descrita no Velho Testamento, quando, segundo a Lei, o transgressor, a cada pecado cometido, deveria apresentar ao sacerdote, de acordo com o seu erro, um animal que se encaixasse nas especificações da Lei Mosaica para que, por meio de sua morte, o derramamento do sangue pudesse atender ao propósito da expiação, pagando o animal pelo erro de seu ofertante, conforme ensina também o Novo Testamento: "Sim, quase todas as coisas são purificadas com sangue, segundo a Lei, e a menos que se derrame sangue, não há perdão" (Hb 9.22). Ainda nos vv. 1618, atesta-se que há necessidade de o testador morrer para que seu testamento tenha validade, constatando-se no v. 18 que mesmo a primeira aliança foi sancionada com sangue.

Nesse aspecto, contrariamente à visão das testemunhas-de-jeová, a doação de sangue recebe, em toda sociedade, o mais alto conceito de sentimento de humanidade e amor ao próximo, características que devem ser obrigatoriamente encontradas entre os que se dizem cristãos.

No que diz respeito ainda às ações humanitárias, vemos Tiago, em sua epístola universal, reprovando duramente aqueles que, tendo consciência de suas responsabilidades, deixam de beneficiar seu semelhante com seus favores. Segundo o autor, pecam os que têm consciência do beneficio que devem executar em favor de seu semelhante e não o fazem (4.7). Posição esta que se equipara à citação de Cristo na parábola do servo vigilante (Lc 12.35-48). A vontade de Jesus é que "amemos o próximo como a nós mesmos" (Mt 22.39).

Entendemos, portanto: não há nenhuma passagem bíblica que regulamente a questão de transfusão e reposição de sangue. Além disso, a própria Bíblia diz que "onde não há lei não há transgressão" (Rm 4.15).



Compilado por Marcos Paiva

Fonte:
www.jesussite.com.br
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Curiosidades Gerais sobre a Bíblia:





- "BÍBLIA" vem do grego "Biblion" (que significa "livro"). O plural de "biblion" é BÍBLIA (que significa simplesmente "LIVROS).

- O Autor da Bíblia é Deus.

- O Intérprete da Bíblia é o Espírito Santo.

- O assunto central da Bíblia é Jesus Cristo.

- A Bíblia é o livro mais editado e vendido do mundo.

- A Bíblia é o livro mais lido do mundo.

- Número Total de livros da Bíblia: 66 livros.

- 39 no Antigo Testamento, 27 no Novo Testamento.

- 66, 39 e 27 são todos múltiplos de 3, o número da perfeição.

- Os 39 livros que compõem o Antigo Testamento (sem a inclusão dos apócrifos) estavam compilados desde cerca de 400 a.C., sendo aceitos pelo cânon Judaico, e também pelos Protestantes, Católicos Ortodoxos, Igreja Católica Russa, e parte da Igreja Católica tradicional.

- O Velho Testamento é cerca de três vezes e meia maior do que o Novo Testamento

- Os livros de história cobrem metade do Velho Testamento

- Os livros de poesia cobrem um quinto do Velho Testamento

- Os Evangelhos ocupam quase a metade do Novo Testamento.

- O Pentateuco (os primeiros cinco livros escritos por Moisés) é quase do tamanho do Novo Testamento

- O Antigo Testamento foi escrito em hebraico, com exceção de algumas passagens em Esdras, Jeremias e Daniel que foram escritas em aramaico.

- O Novo Testamento foi originalmente escrito em Grego.

- Existem, aproximadamente 2.800 línguas e 3.000 dialetos, mas a Bíblia já foi vertida, em parte, em 1.500 línguas e dialetos. A Bíblia inteira só está traduzida em cerca de 330 línguas.

- Inicialmente, os escritos da Bíblia não eram divididos em capítulos e versículos; a divisão em capítulos só veio a acontecer no ano 1250 d.C., pelo Cardeal Hugo de Sancto Caro, monge dominicano, que dele se serviu para a sua concordância com a Vulgata. Alguns pesquisadores atribuem essa divisão também a Stephen Langton, falecido em 1228. No ano de 1551, Robert Stephen fez a divisão em versículos, publicando a primeira Bíblia, assim dividida em 1555, a Vulgata.

- Em 1525, Jacob Bem Haim, na Bíblia Bomberg, em Veneza, tambémhavia dividido o Antigo Testamento em versículos.

- Nenhum dos livros da Bíblia recebeu qualquer título na época em foram escritos. Os títulos dos livros vieram muitos anos depois que os livros já estavam circulando.

- A palavra Bíblia vem do grego, através do latim, e significa: livros.

- A Bíblia já foi traduzida por mais de 1500 línguas e dialetos.

- A primeira Bíblia em português foi impressa em 1748. A tradução foi feita a partir da Vulgata Latina e iniciou-se com D. Diniz (1279-1325).

- No ano de 1250 o cardeal Caro dividiu a Bíblia em capítulos, que foram divididos em versículos no ano de 1550, por Robert Stevens.

- A Bíblia inteira foi escrita num período que abrange mais de 1600 anos.

- É uma obra de cerca de 40 autores, das mais variadas profissões: de humildes agricultores, pescadores até renomados reis.

- O Livro mais antigo da Bíblia pode não ser o Gênesis, mas o livro de Jó. Se é o mais antigo, pode ser que tenha sido escrito por Moisés, quando esteve no deserto, portanto décadas antes do Pentateuco.

- O Codex Vaticanus é provavelmente o mais antigo exemplar da Bíblia em forma completa.

- A primeira tradução completa da Bíblia para o inglês foi feita por Wycliffe, em 1380.

- Martinho Lutero foi o primeiro tradutor da Bíblia para a língua do povo alemão.

- Na biblioteca da Universidade de Gottingen, Alemanha, existe uma Bíblia que foi escrita em 470 folhas de palmeira.

- O primeiro Salmo encontra-se em II Samuel 1:19-27, um lamento de Davi em memória de Saul e seu filho Jônatas.

- O Antigo Testamento termina com uma maldição, e o Novo Testamento termina com uma benção.

- O último livro da Bíblia a ser escrito foi III São João.

- Há 3573 promessas na Bíblia.

- Dos quatro evangelistas só dois andaram com Jesus; Marcos e Lucas não foram seus discípulos.

- Todos os versos do Salmo 136 terminam com o mesmo estribilho: "Porque a Sua misericórdia dura para sempre."

- O profeta que veio depois de Malaquias foi João Batista.

- Judas foi o único dos doze apóstolos que não era Galileu.

- João era o discípulo mais jovem dos doze.

- Quem foram os únicos homens que jejuaram 40 dias e 40 noites? Jesus (Mateus 4), Elias (I Reis 19:8) e Moisés (Deuteronômio 9:9).

- Os versículos 8, 15, 21 e 31 do Salmo 107 são iguais.

- O Salmo 119 é o mais longo da Bíblia, é um acróstico. Os 176 versículos acham-se divididos em 22 seções de oito versos cada uma, correspondendo a cada uma das letras do alfabeto hebraico.

- Matusalém, o homem mais velho da Bíblia, morreu antes de seu pai, Enoque, que ascendeu ao Céu.

- Ló era o pai de Moabe e Bem-ami, e também o avô dos dois porque "as duas filhas de Ló conceberam do próprio pai". Gênesis. 19:36-38.

- 42 mil pessoas perderam a sua vida por não saberem pronunciar a palavra Shiboleth. Juízes 12:5-6.

- Adão não teve sogra.

- Elias teve o privilégio de comer uma refeição preparada por um anjo. I Reis 19.

- Existem muitos dados curiosos relativos às estatísticas bíblicas. Um dos números que mais aparece na Bíblia é o 7. Entre os Hebreus este número era considerado sagrado e símbolo da perfeição.

- Noé tinha 600 anos quando terminou a arca.

- A operação matemática mais rendosa foi efetuada por Jesus quando multiplicou 5 pães e 2 peixes para alimentar a mais de cinco mil pessoas e ainda sobraram 12 cestos cheios.

- Judas vendeu a Jesus por 30 moedas de prata, equivalentes a uns 20 dólares.

- Calcula-se que o presente que Naamã ofereceu a Eliseu, do qual Geazi finalmente se apropriou, equivalia a uns 48.000 dólares.

- Tiago, filho de Zebedeu, foi o primeiro dos apóstolos a morrer por sua fé. Foi decapitado a espada por ordem do rei Herodes Agripa I, por volta do ano 44 de nossa era.

- Paulo, o grande apóstolo dos gentios, segundo a tradição cristão, foi decapitado em Roma por ordem do tirano Nero.

- Em I Samuel 17:18, o queijo é mencionado pela primeira vez na Bíblia.

- Em Juízes 14:18 encontramos um dos exemplos mais antigos de enigma.

- Dois reis dos Amorreus foram postos em fuga por vespões. Josué 24:12.

- Número de vezes que aparece a palavra:

- Deus: 4.336
- Revisada (AMTGH)

- Senhor: 7.607
- Rev. (AMTGH)

- Lúcifer: 0 (nenhuma)

- Satanás: 54
- Revisada

- Fé: no AT da versão revisada
- 5, na revisada (de AMTGH)
- 2

- Há 8.000 vezes a palavra "Senhor".

- A volta de Jesus é citada 1845 vezes.

- Os escritos antigos não tinham pontuação, parágrafos, capítulos, versículos, divisões, títulos. Eram escritos mais ou menos assim:
portantoidefazeidiscipulosdetodasasnacoesbatizandoosemnomedopaiedofilhoedoespiritosanto

É claro que em Hebraico, Aramaico e Grego. Escreviam assim porque o material de escrita era excessivamente caro e raro. Sem espaços, letras maiúsculas ou minúsculas, pontuações ou parágrafos, economizavam mais espaço. Mas isto podia gerar erros de cópia e erros de tradução.

- A frase: “Não temais” aparece na Bíblia 366 vezes. Uma para cada dia do ano e uma sobra para o ano bissexto.

- A primeira citação da redondeza da terra, foi feita por Galileu [1564-1642]. Todavia bastava os descobridores conhecerem a Bíblia. Isaías 40:22.

- A arca de Noé media 134 m de comprimento, 23 m de largura e 14 m de altura. Sua área total nos três pisos era de 9.250 m2 e um volume total de 43.150 m3 aproximadamente: o que a torna próxima das embarcações atuais. Gênesis 6:15-16.

- Noé passou na arca com sua família e com os animais 375 dias. Gênesis 7:11. 8:13-19.

- O movimento ecológico, começou por um alerta de Deus. Êxodo 23:28-29.

- Davi além de poeta, músico e cantor foi inventor de diversos instrumentos musicais. Amós 6:5.

- Davi foi ungido 3 vezes, obtendo uma gloriosa confirmação divina e humana. I Samuel 16:1-13. II Samuel 2:4. I Crônicas 11:1-3.

- Salomão não era o único sábio, haviam mais 4 sábios. I Reis 4:29-31.

- O Antigo Testamento apresenta 332 profecias literalmente cumpridas em Cristo.

- As melhores e “maiores” pregações de Jesus foram feitas por ele assentado. Mateus 5:1-2. Lucas 4:20-21. Lucas 5:3.

- O nome “cristão” só aparece três vezes na Bíblia. Atos 11:26. Atos 26:28. I Pedro 4:16.

- Paulo pregou o sermão mais longo descrito na Bíblia
- até o romper da alva. Atos 20:7-11.

- A idéia organizacional é bíblica e foi implantada por Moisés no deserto sob a orientação de um sacerdote. Êxodo 18:13-26.

- O trânsito pesado e veloz, os cruzamentos, aparecem descritos exatamente como hoje. Naum 2:4.

- A questão salarial e a responsabilidade trabalhista, são uma preocupação divina há tempos. Tiago 5:4.

- A mensagem através de “out-door” é uma citação bíblica detalhada. Habacuque 2:2.

- O nome mais comprido e estranho de toda a Bíblia é: Maersalalhasbaz
- filho de Isaías. Isaías 8:3-4.

- Qual a primeira árvore que aparece na Bíblia? Figueira. Gn 3:7

- Em qual livro está escrito que Paulo tinha uma irmã? Em Atos. At 23:16

- Em que livro cita que Paulo não era casado? Em I Coríntios 7:8 (era viúvo ou solteiro)
- mais provavelmente viúvo, porque ele pertencia ao Sinédrio (Supremo Tribunal dos Judeus) Atos 26:10. E ao Sinédrio só era permitido ser membro quem fosse casado.

- Em qual lugar da Bíblia é citado Satanás pela primeira vez? Em I Crônicas 21:1. Ou Jó 1, se este foi o primeiro livro a ser escrito (anterior até a Gênesis, segundo alguns autores).

- Qual o capítulo que está na metade do N.T.? O capítulo 8 de Romanos.

- Qual o capítulo onde todos os versículos terminam com a mesma palavra? Salmo 136.

- Pedro era casado. Como sabemos disto? Porque Jesus curou a febre de sua Sogra. Mt 8:14-15.

- Dos 4 evangelistas, quais não eram discípulos de Jesus? Marcos e Lucas.

- Qual o único capítulo que termina com 2 pontos (:)? Atos 21.

- Quem aprendeu as Sagradas Escrituras desde a infância? Timóteo. II Tm 3:15.

- Quem disse: “Para mim o viver é Cristo, e o morrer é lucro”? Paulo. Fp 1:21.

- Qual foi um dos frutos que o martírio de Estevão produziu? A conversão de Saulo. At 22:20.

- Quem nos ensina que devemos cumprir tudo o que prometemos a Deus? Salomão. Ec 5:4.

- O que devemos dizer quando fazemos planos? Se o Senhor quiser faremos isto ou aquilo. Tg 4:15.

- O que acontece a quem encobre seus pecados? Não Prosperará. Provérbios 28:13.

- O que o crente não pode perder? O primeiro amor ao Senhor. Ap 2:4.

- O que Paulo nos diz sobre o amor ao dinheiro? É a raiz de todos os males. I Tm 6:10.

- O que a Bíblia diz sobre as aflições do justo? Que são muitas, mas o Senhor de todas o livra. Sl 34:19.

- Que escritor bíblico faz referência ao papel e a tinta? João. II João 12.

- Quem disse que nosso trabalho no Senhor não é em vão? Paulo. I Co 15:58.

- A "Epístola da Alegria", a carta de Paulo aos Filipenses, foi escrita na prisão, e as expressões de alegria aparecem 21 vezes na epístola.

- O maior profeta nunca realizou um milagre, mas foi o pregador mais convincente
- João Batista. João 10:41-42.

- A idéia organizacional é bíblica e foi implantada por Moisés no deserto sob a orientação de um sacerdote
- Êxodo 18:13-26.

- O nascimento de uma menina tinha o dobro do "Resguardo" do que um menino
- Levítico 12:2/5.

- 700 homens canhotos atiravam pedras com uma funda e acertavam num fio de cabelo sem errar
- Juízes 20:16.

- A palavra "Hebraico" vem de "Hebrom", região de Canaã que foi habitada pelo patriarca Abraão em sua peregrinação, vindo da terra de Ur.

- Davi, além de poeta, músico e cantor foi o inventor de diversos instrumentos musicais. Amós 6:5.

- O tio e a tia de Jesus se tornaram "crentes" na sua pregação antes de sua crucificação. Lucas 24:13:18, João19:25.





Fonte:
www.nbz.com.br
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O Dia da Bíblia.


A origem do dia da Bíblia.

Durante o período do Império, a liberdade religiosa aos cultos protestantes era muito restrita, o que impedia que se manifestassem publicamente.

O Dia da Bíblia surgiu em 1549, na Grã-Bretanha, quando o Bispo Cranmer, incluiu no livro de orações do Rei Eduardo VI um dia especial para que a população intercedesse em favor da leitura do Livro Sagrado. A data escolhida foi o segundo domingo do Advento - celebrado nos quatro domingos que antecedem o Natal. Foi assim que o segundo domingo de dezembro tornou-se o Dia da Bíblia. No Brasil, o Dia da Bíblia passou a ser celebrado em 1850, com a chegada, da Europa e dos Estados Unidos, dos primeiros missionários evangélicos que aqui vieram semear a Palavra de Deus.

Durante o período do Império, a liberdade religiosa aos cultos protestantes era muito restrita, o que impedia que se manifestassem publicamente. Por volta de 1880, esta situação foi se modificando e o movimento evangélico, juntamente com o Dia da Bíblia, se popularizando.

Pouco a pouco, as diversas denominações evangélicas institucionalizaram a tradição do Dia da Bíblia, que ganhou ainda mais força com a fundação da Sociedade Bíblica do Brasil, em junho de 1948. Em dezembro deste mesmo ano, houve uma das primeiras manifestações públicas do Dia da Bíblia, em São Paulo, no Monumento do Ipiranga.

Hoje, o dia dedicado às Escrituras Sagradas é comemorado em cerca de 60 países, sendo que em alguns, a data é celebrada no segundo Domingo de setembro, numa referência ao trabalho do tradutor Jerônimo, na Vulgata, conhecida tradução da Bíblia para o latim. As comemorações do segundo domingo de dezembro mobilizam, todos os anos, milhões de cristãos em todo o País


Fonte:
www.sbb.org.br


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A história de Mary Jones


Levar a bíblia a todos os povos, em uma língua que possam entender e a um preço que possam pagar - teria sido inspirado na humildade, determinação e coragem de Mary Jones.

A admirável determinação de uma menina galesa em conseguir um exemplar da Bíblia inspirou a fundação da primeira Sociedade Bíblica. Conta-se que as Sociedades Bíblicas, entidades dedicadas à produção e distribuição do Livro Sagrado, em atividades no mundo todo, tiveram sua origem na bela história de uma menina. O lema das Sociedades Bíblicas - levar a bíblia a todos os povos, em uma língua que possam entender e a um preço que possam pagar - teria sido inspirado na humildade, determinação e coragem de Mary Jones, que viveu no Pais de Gales (Gra-Bretanha), durante o século XVIII. Em 1792, aos 8 anos de idade, Mary Jones começou a acalentar um sonho: ter a sua própria Bíblia. Ela queria poder ler, em sua casa, aquelas histórias tão bonitas que costumava ouvir na igreja. Esse desejo, no entanto, parecia impossível de ser realizado. Mary, que morava em uma pequena vila chamada Alan, ainda não sabia ler - e, infelizmente, não havia escolas nas redondezas. Além disso, naquele tempo, as Bíblias - assim como os demais livros - eram muito raras e caras. Só poucos privilegiados podiam ter um exemplar das Escrituras Sagradas. E este não era o caso da menina, cuja família era muito pobre. Mesmo assim, Mary Jones fez uma promessa a si mesma: um dia, ele teria a sua própria Bíblia.

O Primeiro Passo

Ao completar 10 anos, a menina viu surgir uma oportunidade de aprender a ler. Seu pai foi vender tecidos numa vila próxima, chamada Aber, e soube que ali seria aberta uma escola primária. Tempos depois, quando a escola começou a funcionar, Mary foi uma das primeiras crianças a se matricular. Muito motivada, ela logo se tornou uma das primeiras alunas de sua classe. Em pouco tempo, aprendeu a ler.

Enquanto isso, a menina continuava firme em seu propósito de conseguir a sua Bíblia. Agora que já sabia ler, a grande dificuldade era conseguir a quantia necessária para comprá-la. Para isso, fazia pequenos trabalhos, com os quais ganhava alguns trocados. Pegava lenha na mata para pessoas idosas e cuidava de crianças. Depois, com a intenção de ganhar um pouco mais, a menina comprou algumas galinhas e passou a vender ovos.

Passado o primeiro ano de economias, Mary abriu o cofre para conferir quanto havia guardado. Mas chegou a uma triste conclusão: havia conseguido economizar apenas uma pequena parte do que precisava para comprar a Bíblia. Durante o segundo ano em que estava economizando dinheiro, Mary aprendeu a costurar. Com isso, conseguiu guardar um valor maior - embora não o suficiente, ainda para concretizar o seu sonho.

Mais um ano

E no correr do terceiro ano, Mary teve de enfrentar uma acontecimento imprevisto - seu pai, ficou doente e deixou de trabalhar. Por isso, ela teve que dar tudo o que havia economizado durante aquele ano para sua família. E, desta vez, Mary não pode colocar nada no cofre. Mas continuou trabalhando e, no final do quarto ano, conseguiu completar a quantia de que precisava para comprar a Bíblia. Nessa época, Mary tinha 15 anos de idade.

Ela já podia, então, comprar a sua tão sonhada Bíblia. Mas onde iria encontrá-la? O pastor de sua igreja lhe informou que não era possível comprar Bíblias em Alan, nem nas vilas vizinhas. Ela só conseguiria encontrar um exemplar na cidade de Bala, que ficava a 40 quilômetros dali. Naquela cidade, morava o Rev. Thomas Charles, que costumava ter em sua casa alguns exemplares das Escrituras Sagradas, para vendê-los às pessoas da região.

Com esta informação, Mary foi para casa e pediu a seus pais que a deixassem ir a cidade de Bala. No inicio, eles não queriam que ela fosse sozinha. Mas a mocinha insistiu tanto, que os pais acabaram concordando.

Sem sapatos

A longa jornada de Mary Jones foi feita a pé. Pensando em poupar seus sapatos da dura caminhada, a fim de poder usá-los na cidade, ela resolveu ir descalça. Depois de caminhar por todo o dia, por fim, no início da noite, Mary chegou à casa do Rev. Thomas Charles. Ali, no entanto, mais uma dificuldade a esperava: o Rev. Thomas havia vendido todas as Bíblias. Ele ainda tinha alguns poucos exemplares, mas esses já estavam encomendados.

Ao receber essa notícia, Mary começou a chorar. Em seguida, mais calma, ela contou a sua longa história ao Rev. Charles. Entao o pastor, comovido, dirigiu-se até um armário, retirou de lá uma das Bíblias vendidas e entregou-a à Mary.

Impressionado com a história daquela menina, o Rev. Thomas resolveu contar o que tinha ouvido aos diretores da Sociedade de Folhetos Religiosos, uma entidade Crista local. Profundamente tocados com a luta de Mary Jones para conseguir seu exemplar da Bíblia, os diretores daquela organizaçao chegaram à conclusão de que experiências como a dela nao deveriam mais se repetir. Decidiram, então, fazer alguma coisa para tornar a palavra de Deus acessível a todos. E, depois de muito estudo e oração, resolveram organizar uma nova sociedade, com a finalidade de traduzir, imprimir e distribuir a Bíblia. Foi assim que, no dia 7 de dezembro de 1802, foi fundada a primeira Sociedade Bíblica, que recebeu o nome de Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira.

Depois de ler essa história você não fica motivado a ler a Bíblia?
Faça esse propósito de conhecer mais a Palavra de Deus.


fonte:
www.ejesus.com.br

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Bíblia: Leia para ser sábio, creia para ser salvo, pratique para ser santo!



A Bíblia é e sempre foi absoluta regra de fé e prática para todos os cristãos verdadeiros de todos os tempos e lugares. A frase que usei como título deste texto não é de minha autoria. Ela pode ser encontrada em adesivos, camisetas, circulando pela internet etc. Mas, optei por usa-la por se enquadrar naquilo que creio e que desejo expor logo adiante.

1. A Bíblia é a fonte do conhecimento de Deus. Deus se dá a conhecer através de sua palavra revelada. Sabemos que ele apareceu a Moisés na sarça ardente e se identificou dizendo: EU SOU O QUE SOU. Porque está registrado em Êxodo 3:14. Sabemos que O homem foi criado do pó da Terra e a mulher de sua costela, porque está escrito em Gênesis capítulo 2. Sabemos que Deus se fez carne na pessoa de Jesus Cristo, que nasceu de uma virgem, morreu por nós, ressuscitou ao terceiro dia, subiu ao Céu e em breve voltará, porque tudo isso está registrado nas Escrituras. Se a Bíblia fosse um livro meramente de experiências humanas limitadas à cultura de uma época, Jesus não teria dito: Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus. (Mt.22:29)

2. A Bíblia nos ensina o caminho da salvação. Somos todos pecadores, nenhum de nós é justo. Mas a bíblia nos diz que: Deus encerrou a todos debaixo da desobediência, para com todos usar de misericórdia. (Rom:11.32) E a maneira que ele escolheu para usar dessa misericórdia é a descrita em João 3:16 Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Portanto é portadora da mensagem de salvação. Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo. (At.16:31)

3. Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver (1 Pe 1.15). A Bíblia diz como devemos nos comportar com Deus e com os homens. A Bíblia nos revela a vontade de Deus para nós. E quando a colocamos em pratica nos diferenciamos do mundo. É isso que é ser Santo. Ser destacado, separado para Deus. A Bíblia nos orienta sobre todas as áreas de nossa vida. Viver em santidade é viver em obediência a palavra de Deus. É por isso que os cristãos verdadeiros são chamados santos ( Fil.1.1).

A Bíblia já foi atacada de diversas maneiras. Tentaram tira-la das mãos do povo, impedindo que fosse traduzida em língua que a população entendesse. Não funcionou! Hoje a Bíblia completa está traduzida em quase quatrocentos idiomas. Tentaram de todas as formas desacreditarem sua mensagem. Não existe livro mais vendido no mundo que a Bíblia. Certa vez um homem ousou dizer que em cem anos a Bíblia não existiria mais. Cem anos depois sua casa havia se tornado uma imprensa Bíblica. John Wesley, famoso avivalista do século XVIII, reconhecido por todas as denominações evangélicas como um homem muito usado por Deus e considerado um homem extremamente culto e dizia-se Homine Unius Libri. Homem de um só livro ( a Bíblia). Que possamos dizer como o salmista: Lâmpada para os meus pés é tua palavra, e luz para o meu caminho. (Sal.119.106)



Deus abençoe!

Por:
Francisco Belvedere Neto
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"A Bíblia está cheia de ERROS! "





"A Bíblia está CHEIA de erros!"



- O primeiro erro foi quando Eva duvidou da Palavra de Deus;
- O segundo erro aconteceu quando seu esposo fez o mesmo;
- E assim erros e mais erros ainda estão sendo cometidos
porque as pessoas insistem em duvidar da Palavra de Deus.
"A Bíblia está CHEIA de contradições!"
- Ela contradiz o orgulho e o preconceito;
- Ela contradiz a lascívia e a desobediência;
- Ela contradiz o seu pecado e o meu.

"A Bíblia está CHEIA de falhas!"
- Porque Ela é o relato de pessoas que falharam muitas vezes;
- Assim foi com a falha de Adão;
- Com a falha de Caim;
- E a de Moisés;
- Bem como a falha de Davi e a de muitos outros que também falharam;
- Mas Ela é também o relato do amor infalível de Deus.

"Deus NÃO ESCREVEU a Bíblia!"

- Para pessoas que querem jogar com as palavras;
- Para aqueles que gostam de examinar o que é bom mas sem fazê-lo;
- Para o homem que não acredita porque não quer.

"O homem moderno DESCARTOU os ensinamentos da Bíblia!"

- Pelas mesmas razões que outros homens têm descartado através da história;
- Por grande ignorância a sua verdadeira mensagem e conteúdo;
- Pela intransigente apatia em recusar considerar suas declarações;
- Por bem conhecidos pseudocientistas posando de críticos honestos;

"Somente uma pessoa PRECONCEITUOSA acreditaria que..."

- Os ensinamentos bíblicos são irracionais, sendo princípios arcaicos e sem propósito;
- A Bíblia está cheia de discrepâncias e afirmações inaceitáveis;
- Ela só poderia ser trabalho irrelevante e não inspirado de meros homens.

"A Bíblia é, afinal, somente mais um LIVRO RELIGIOSO!"

- Para milhares que não se arriscam serem honestos consigo mesmos e com Deus;
- Para os que têm medo de aceitar o desafio do próprio Deus a um exame honesto;
- Para os que não querem examiná-la a fundo, porque Ela mostra verdadeiramente como os homens são.

"E você não pode ENTENDER ou CONFIAR no que a Bíblia diz!"

- A menos que você esteja disposto a considerar as evidências

e encarar face a face o AUTOR!



Autor Desconhecido
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Nova Biblia Indiana - Continuo pedindo OREM PELA ÍNDIA !



O estado do Kerala que fica no sul da India eh o reduto dos poucos cristaos que aqui existem.

Ate agora, agosto de 2008, a Biblia impressa aqui na India concistia do Antigo e do Novo Testamento.... mas isso eh passado para os indianos! Por que nao inovar????


Como esta Biblia escrita por ocidentais nao convence muito os indianos que tem uma cultura MUITO diferente da dos ocidentais, o arcebispado de Kerala resolveu inovar e indianizar a Biblia.

A nova biblia na versao indiana ja foi enviada para Mumbai para ser impressa. Ela trarah desenhos esquematicos de templos, mesquitas e igrejas onde se pode ver os sapatos dos fieis do lado de fora da porta. Para quem nao sabe, aqui na India se retira sempre o sapato antes de entrar na casa de alguem ou em templos e mesquitas.

Jose, pai de Jesus, aparece de turbante e Maria, vestida de sari.

Espalhados pelo Novo testamento ha cerca de 70 versos retirados dos Vedas, Bhagawad Gita e Upanishads, explicando as passagens sobre os ensinamentos de Jesus Cristo.

Os hindus nao estao gostando nada disso e acreditam que a igreja esteja usando trechos das escrituras sagradas hindus para angariar mais adptos visto que o cristianismo nao anda bem das pernas por aqui. Alem do que para eles, nao eh correto usar simbolos hindus para expandir outras religioes e/ou filosofias.



do blog:
Indiagestão
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